Além da falta de provas para condenar o ex-presidente Lula no caso do triplex do Guarujá, como o próprio Deltran Dallagnol reconheceu em conversas privadas (AQUI) e o próprio Ministério Público Federal escreve oficialmente (AQUI), depoimentos de ex-funcionários da OAS feito ao juiz Sérgio Moro, em 2017, deveriam ter servido para absolver o ex-presidente Lula. Esta semana, o editor Glenn Greenwald, do site TheIntercept Brasil, revelou mensagens secretas do Juiz Sérgio Moro e do procurador Deltan Dallagnol que atuaram conjuntamente para incriminar Lula.
O que Fabio Yonamine, ex-diretor-financeiro e presidente da OAS Empreendimentos, disse em depoimento ao juiz Sergio Moro, no dia 26 de abril de 2017, causaria um tremendo rombo na tese da acusação em um processo conduzido corretamente. Yonamine revelou que Pinheiro nunca afirmou que Lula tinha um apartamento “reservado” no Condomínio Solaris, no Guarujá. O executivo disse também que a reforma no triplex foi feita a pedido de Pinheiro, com o objetivo de “deixar a unidade mais bonita” para venda ao petista.

“Doutor Léo nunca me disse que tinha uma unidade reservada para o ex-presidente”, disse Yonamine nos minutos finais de seu depoimento a Moro, que durou cerca de duas horas. Segundo o executivo, o apartamento 164-A era, no seu entendimento, um “estoque” da OAS, “não era uma unidade reservada para Lula”. “Não posso dizer se estava à venda ou não”, acrescentou.

Um dos argumentos da Lava Jato para acusar Lula de ser o proprietário oculto do triplex é o fato de a unidade – que recebeu aprimoramentos que custaram em torno de R$ 1,2 milhão – não ter sido vendida ainda.

Outros dirigentes da OAS já afirmaram a procuradores da Lava Jato que o imóvel, que sempre esteve em nome da OAS e consta como ativo da empresa, poderia ser “vendido a qualquer cliente”, inclusive a Lula.  

Yonamine disse que recebeu de Pinheiro um pedido para “decorar” o apartamento, para “deixar mais bonito” com o intuito de vender ao ex-presidente Lula. Quem tocou o projeto com detalhes, porém, foi a equipe da OAS Empreendimentos em São Paulo, liderada por Roberto Moreira. Como informou o GGN, Moreira já disse à procuradores da Lava Jato que o triplex não havia sido “destinado” oficialmente a Lula, apesar da personalização da unidade.  

Ainda de acordo com Yonamine, 100% dos recursos empregados na construção e reforma do triplex eram da OAS Empreendimento, e “só têm recursos legais”. Todos os pagamentos eram feitos com recebimento de nota fiscal, pagamento de tributos e prestação de contas, informou. Além disso, ao contrário do que suspeita a Lava Jato, a OAS Empreendimentos nunca teve qualquer relação com a Petrobras.   Segundo o executivo, o apartamento 164-A era, no seu entendimento, um “estoque” da OAS, “não era uma unidade reservada para Lula”. “Não posso dizer se estava à venda ou não”, acrescentou. (Carta Campinas com informações do GGN)

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