“A Lava Jato descobriu que uma empresa do atual ministro da Economia, Paulo Guedes, fez pagamento a um escritório de fachada, suspeito de lavar dinheiro para esquema de distribuição de propinas a agentes públicos no governo do Paraná”, revela o jornalista Fábio Fabrini, em reportagem publicada na Folha de S. Paulo. “A força-tarefa da operação em Curitiba apresentou denúncia sobre o caso em abril de 2018 e não incluiu no rol de acusados Guedes ou outros representantes de sua empresa. Na época, o agora ministro integrava a pré-campanha de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República”, prossegue ainda o jornalista.

É mais uma prova do viés político da operação, que prendeu o ex-presidente Lula sem provas há exatos 500 dias, para que ele fosse impedido de disputar a presidência da República e vencer as eleições, como indicavam todas as pesquisas. Com a exclusão artificial de Lula do processo político, Jair Bolsonaro pôde assumir o poder e implantar um programa de extrema-direita no Brasil.

“Os responsáveis por outras duas companhias que destinaram recursos ao escritório suspeito foram presos, denunciados e viraram réus de ação penal aberta pelo então juiz Sergio Moro”, diz Fábio Fabrini. Guedes não foi incomodado. Questionado pela reportagem, ele não conseguiu justificar o repasse.

O repasse de R$ 560,8 mil foi feito em 2007 pela GPG Consultoria, de Guedes, à Power Marketing Assessoria e Planejamento, operada por um assessor do ex-governador Beto Richa (PSDB-PR). (247)

Alemanha, Noruega…. Brasil Perdeu 133 milhões da Noruega  e 155 milhões  da Alemanha  referente o fundo Amazônia

 

Paraíba:

“Não aceito essa intervenção no PSB”, dispara João Azevêdo
João Azevêdo_crise_PSB

“Não aceito essa intervenção. Não aceito o presidente dissolver o diretório e depois ligar para mim para uma conversa”. A declaração foi dada nesta segunda-feira (19) pelo governador João Azevêdo (PSB) ao falar, pela primeira vez, publicamente, sobre a decisão da executiva nacional em intervir no diretório estadual na Paraíba.

João avisou ainda que não participará da reunião convocada pelo presidente nacional, Carlos Siqueira, prevista para amanhã, terça-feira (20) por conta de compromissos pré-agendados, mas deixou nas mãos da executiva seu futuro no partido.

Azevêdo ainda revelou que desconhece os reais motivos dessa crise e o que pode estar havendo é mera disputa sem necessidade. Mas adiantou que tomará providências caso haja boicotes.

Diante da movimentação, João, inclusive, já recebeu convites para embarcar em outras legendas e abandonar a sigla que o elegeu. Ele, no entanto, descartou essa tese, pelo menos por enquanto. “Não está nos meus planos”, arrematou.

As declarações foram dadas à imprensa nesta manhã durante evento na Capital. O Blog do Bruno Lira filmou o momento da declaração.

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