O prefeito de Camaragibe, Demóstenes Meira (PTB), foi preso, nesta quinta-feira (20), em uma operação do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (Draco). O gestor dessa cidade do Grande Recife é investigado pelos crimes de fraude em licitação, corrupção e lavagem de dinheiro e organização criminosa e foi afastado do cargo.

A Operação Harpalo começou em dezembro de 2018 e investiga o superfaturamento em contratos da prefeitura de Camaragibe. Segundo a delegada Jéssica Ramos, o rombo pode chegar a R$ 117 mil em um contrato de R$ 1,2 milhão para a manutenção de escolas municipais, em que houve dispensa de licitação.

Em fevereiro deste ano, Meira exigiu a presença de servidores comissionados no show da noiva dele, a cantora Taty Dantas, que também é secretária municipal de Assistência Social.

A prisão preventiva do prefeito e o afastamento cautelar dele foram expedidos pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). Ele foi preso no bairro da Madalena, na Zona Oeste do Recife. Outros quatro mandados de prisão preventiva foram cumpridos pela operação. Confira os nomes:

  • Demóstenes Meira – prefeito de Camaragibe
  • Severino Ramos da Silva – empresário
  • Luciana Maria da Silva – esposa de Severino
  • Carlos Augusto – empresário
  • Joelma Soares – esposa de Carlos

Ao todo, participam da operação 40 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães. O G1 tenta contato com a defesa dos cinco presos na operação. (G1)

Por unanimidade, a 2ª Câmara do Tribunal de Contas do Estado – TCE/PE, negou provimento aos embargos de declaração interpostos pela prefeita de Arcoverde, Madalena Britto (PSB), contra a decisão de rejeitar as prestações de conta de governo do exercício de 2015. O relator do caso foi o desembargador do TCE, Carlos Porto. Seu voto foi seguidos pelos dois outros membros conselheiros: Dirceu Rodolfo e João Carneiro Campos, em sessão realizada na última terça-feira (18). 

Com a decisão, fica valendo o parecer prévio do TCE que recomendou a Câmara de Vereadores de Arcoverde a rejeição das prestações de contas do Exercício de 2015 da prefeita Madalena Britto. As contas deverão ser encaminhadas a Casa James Pacheco para que os 10 vereadores votem o parecer do tribunal. 

Segundo o Tribunal de Contas do Estado, em 2015 a prefeita Madalena Britto deixou de recolher ao Regime Geral de Previdência Social o montante de R$ 625.537,89 (seiscentos e vinte e cinco mil, quinhentos e trinta e sete reais e oitenta e nove centavos), sendo que deste total, R$ 183.490,93 foram descontados dos salários dos servidores públicos municipais e não recolhidos à previdência. Os outros R$ 442.046,96 referem-se à parte patronal que também não foi recolhido à previdência.

Outra irregularidade, segundo o blog Folha das Cidades, foi apontada pelo TCE nas contas de governo de 2015 trata da abertura de créditos adicionais suplementares, por anulação de dotações, sem autorização legislativa no valor de R$ 13.258.115,14 (treze milhões, duzentos e cinquenta e oito mil, cento e quinze reais e catorze centavos), contrariando o disposto no artigo 42 da Lei nº 4.320/64. Soma-se a isso um total R$ 5.942.438,47 de déficit de execução orçamentária identificado pelo TCE.

A decisão do TCE foi encaminhada ao Ministério Público de Contas no tocante aos descontos feitos nos salários dos servidores e não recolhidos à Previdência com base na Súmula n.º 12 do Tribunal, que estabelece que “a retenção da remuneração de servidor como contribuição e o não repasse ao respectivo regime poderá configurar crime de apropriação indébita previdenciária”. 

A decisão acontece 20 anos depois de um prefeito da cidade de Arcoverde ter  tido suas contas rejeitadas, voltando o município às páginas negativas das conhecidas rejeição de contas. A última prefeita que teve uma prestação de contas rejeitadas foi Erivânia Camelo, que governou o município entre 1993 e 1996.

Para aliados de Bolsonaro, nomes da lista tríplice reforçam escolha de PGR fora dela

Montagem

Por Bela Megale/O Globo

Aliados de Bolsonaro consideraram que os eleitos da lista tríplice para a Procuradoria-Geral da República (PGR) reforçam os argumentos do presidente para escolher um candidato fora dela.

O número 1, o subprocurador Mario Bonsaglia, é apontado pelo Planalto como “muito corporativista”. A segunda colocada, a também subprocuradora Luiza Frischeisen, é vista como “próxima ao subprocurador Nicolau Dino”, que é irmão do governador do Maranhão, Flávio Dino, filiado ao PCdoB, partido de oposição ao governo. O terceiro, o procurador regional Blal Dalloul, foi secretário-geral da gestão de Rodrigo Janot como PGR. Bolsonaro já disse que tem resistência a nomes ligados a Janot.

Hoje, a aposta de aliados é que o escolhido por Bolsonaro será de fora da lista. Entre os nomes mais fortes nessa corrida estão o da atual procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que tenta a recondução, e do subprocurador Augusto Aras, que angariou a simpatia dos filhos de Bolsonaro. 

 

General Floriano, o ‘coringa’ de Bolsonaro, será o novo presidente dos Correios

General Floriano, o ‘coringa’ de Bolsonaro, será o novo presidente dos Correios

Homem de confiança do presidente Jair Bolsonaro, que o transformou em uma espécie de “coringa” do seu governo, o general Floriano Peixoto Vieira Neto será o novo presidente dos Correios e Telégrafos (ECT) em lugar de outro general, Juarez Cunha, finalmente demitido nesta quarta-feira (19). Doutor em política e estratégia, Floriano é o atual ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência.

Antes de ser despachado para os Correios, Floriano foi promovido de secretário-executivo a secretário-geral, em lugar de Gustavo Bebianno.

O general Juarez ficou sabendo de sua demissão pela imprensa, na sexta-feira (14), quando Bolsonaro o acusou de fazer pose de sindicalista.

A gota d’água foi à ida de Juarez ao Congresso para criticar a privatização dos Correios e tirar foto com membros do PT e Psol.

Em vez de pedir o boné como Joaquim Levy ao vazar do BNDES, Juarez disse que só sairia após “demissão formal”. Foi o que teve.

Aposta de São Paulo acerta todas as dezenas da Mega-Sena e leva R$ 124 milhões

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Uma aposta feita em Osasco, na região metropolitana de São Paulo, acertou todas as dezenas do sorteio da Mega-Sena desta quarta-feira (19), e levou o prêmio de R$ 124,2 milhões.

Os números sorteados foram: 08 – 09 – 10 – 24 – 42 – 44.

Outras 255 apostas acertaram a quina e faturaram R$ 22,7 mil e 15.769 acertaram a quadra, com prêmio de R$ 524. 

O sorteio 2.161 encerrou uma sequência de sete sorteios anteriores que não haviam tido ganhador, permitindo o acúmulo do prêmio. O próximo concurso será realizado no sábado (22), e pode distribuir R$ 2,5 milhões em prêmios. A probabilidade de uma aposta única, no valor de R$ 3,50, acertar as dezenas sorteadas é de uma em 50 milhões, segundo dados da Caixa Econômica Federal. 

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