O ex-presidente Michel Temer será transferido para o Comando de Policiamento de Choque da Polícia Militar de SP. A juíza Carolina Figueiredo, da 7ª Vara Federal Criminal, no Rio de Janeiro, aceitou pedido da PF e determinou a mudança na tarde desta segunda-feira (13).

A decisão determina ainda que Temer fique preso na sala de estado maior do local. A defesa do ex-presidente tinha pedido a transferência na última semana. Temer está detido desde a última quinta-feira na sede da Polícia Federal em São Paulo.

A defesa pediu a transferência com o argumento de que a sala na Polícia Federal não é adequada, por não ter banheiro privativo e ficar em um local de grande circulação.

Michel Temer é réu na Operação Descontaminação, que apura o desvio de recursos da usina nuclear de Angra 3.

Segundo o Ministério Público Federal, a empresa Argeplan, do coronel João Batista Lima Filho, amigo de Temer, participou do consórcio vencedor da licitação da usina apenas para repassar valores a Temer. (Via: Estadão)

Pleno do TJPE elege novos desembargadores eleitorais

O Pleno do Tribunal de Justiça de Pernambuco reuniu-se, nesta segunda-feira (13), às 9h, excepcionalmente na Alepe, para a votação das duas listas tríplices de representantes da OAB-PE, para o preenchimento de duas vagas de desembargador eleitoral através do Quinto Constitucional. Para a vaga da desembargadora Érika Ferraz, os três escolhidos foram Rodrigo Galvão (35), Felipe Magalhães (31) e Carlos Gil Filho (31).

Já para a vaga de Júlio Oliveira, os nomes são Delmiro Campos (38/foto), Rodrigo Beltrão (25) e Paulo Maciel (24). Agora, o próximo passo é a Corte Eleitoral encaminhar as listas para Brasília, a fim de que o presidente Jair Bolsonaro indique os escolhidos para os cargos.

Frederico Neves ficou com a vaga de Luiz Carlos no TRE, por aclamação, enquanto Carlos Moraes (27) com a vaga de Agenor Ferreira de Lima. Os dois nomes participarão de novas eleições no TRE, para que seja definido quem fica com a presidência e a vice, para conduzir, aliás, as eleições municipais de 2020. Roberto Maia foi eleito para a vaga do desembargador Itamar Pereira, com 31 votos.

Virginia Gondim empatou com Roberto Bivar para a vaga de desembargador do TRE na classe de juiz substituto, mas acabou ficando com a vaga por ser a mais antiga na magistratura. Para a vaga de desembargador  do TRE na classe de juiz de direito titular, o escolhido foi Rui Patu, com 28 votos

Missa Campal das Mães reuniu cerca de 3 mil pessoas em Araripina

A celebração campal presidida pelo padre José Nilton, foi marcada mais uma vez por muita emoção

Por Roberto Gonçalves / Foto: reprodução

A Missa Campal do Dia das Mães da paróquia Nossa Senhora Imaculada Conceição de Araripina, no Sertão de Pernambuco, reuniu cerca de três mil fiéis na noite deste domingo (12).

Foto: reprodução

A celebração campal presidida pelo padre José Nilton, foi marcada mais uma vez por muita emoção, como costuma ser as missas em que o religioso católico participa.

“É um dia de movimentação em que viemos prestigiar as nossas mães e principalmente a mãe de Deus, e o povo está aí, participando. Estamos agradecendo pelas bênçãos”, disse um leitor do Blog do Roberto que esteve presente na celebração.

Com ações voltadas a ajudar os mais necessitados do município, como a construção através de mutirões da Casa de Simão, padre José Nilton a cada dia que passa conquista mais ainda os corações dos católicos araripinenses.

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Agenda de viagens de Bolsonaro vira mais um motivo de decepção para aliados

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O “tsunami” que pode atingir o governo esta semana, sugerido na sexta-feira pelo presidente Jair Bolsonaro, tem o próprio comandante do país como causa original. A analogia usada pelo chefe do Palácio do Planalto é consequência de suas equivocadas decisões ao longo do curto mandato. A resistência em mudar a articulação política com os parlamentares e as poucas viagens pelo Brasil jogam contra a construção de uma base aliada e a favor da reincidência de derrotas no Congresso.

Quando Bolsonaro começou a receber presidentes e líderes partidários, em 4 de abril, e acenou que o importante é a “boa política”, alguns congressistas acreditaram que, enfim, ele mudaria o diálogo. Imaginaram que o governo, por meio da Casa Civil, finalmente abriria as negociações por cargos nos estados, inserindo apadrinhados em superintendências estaduais e regionais da administração pública indireta nas unidades da Federação.

O resultado disso foi decepcionante para parlamentares dispostos a compor uma base governista. Para a maioria, os diálogos por cargos não fluem. Sem as indicações, deputados e senadores ficam enfraquecidos em suas bases eleitorais, sobretudo os novatos, que, em 2019, não têm emendas impositivas a receber — recursos que o governo é obrigado a executar. Com as eleições municipais de 2020 no horizonte, é uma ameaça ao fortalecimento dos políticos nos estados.

A relação poderia ser diferente se Bolsonaro, pelo menos, viajasse o país. Mas nem isso, o presidente tem feito. Desde o encaminhamento da reforma da Previdência, em 20 de fevereiro, até sexta-feira, 10, ele realizou, dentro do país, um total de 13 viagens oficiais. Foi quatro vezes ao Rio de Janeiro, três vezes a São Paulo, duas vezes a Foz do Iguaçu (PR) e uma vez a Macapá, Curitiba, Navegantes (SC) e Ribeirão Preto (SP). Embora em uma das agendas tenha ido ao estúdio do SBT, na capital paulista, para uma entrevista ao Programa do Sílvio Santos, que garante a ele uma exibição em escala nacional na TV aberta, parlamentares julgam que é muito pouco.

Um governo que tem como prioridade aprovar a reforma da Previdência não pode se dar ao luxo de, em quase três meses de mandato, percorrer apenas 13 municípios. Sobretudo em localidades onde Bolsonaro sagrou-se vencedor nas urnas, nas últimas eleições. Em ambos os turnos, o presidente foi vencedor nos estados de Santa Catarina, Paraná, Amapá, Rio de Janeiro e São Paulo, únicos visitados até o momento. “O presidente está se preocupando mais em ‘pregar para convertidos’ do que em construir uma base social e parlamentar. Isso é perigoso”, alerta o cientista político Enrico Ribeiro, coordenador legislativo da Queiroz Assessoria em Relações Institucionais e Governamentais.

Só para convertidos

Das 13 viagens feitas no país, Bolsonaro foi a sete solenidades militares e evangélicas. São dois grupos que se encontram na base do governo. Ainda que essas duas alas tenham tido entreveros recentes, o presidente prestigia esses eventos há algum tempo. “Um presidente precisa percorrer o país, afagar a base e construir apoio não apenas com quem tende a concordar com ele. A estratégia atual, sem visitas ao Nordeste, por exemplo, é equivocada. E o Centrão e a oposição sabem jogar bem em cima disso”, avalia Ribeiro.

O entorno político de Bolsonaro diz que ele ainda tenta encontrar o melhor arranjo para as viagens. O presidente procura marcar presença em lugares que possibilitem a ele alguma entrega do governo ou participação em evento de início de algum programa governamental, como na sexta-feira, quando prestigiou o começo das operações do Centro Integrado de Inteligência e Segurança Pública da Região Sul. Mas ele pode e deve buscar agendas diferentes, sobretudo para construir uma base para a aprovação da reforma da Previdência, recomenda o líder do Podemos na Câmara, José Nelto (GO). “Qualquer reforma e plano de governo precisam do empenho do presidente em rodar o país, conversar com governadores, prefeitos e empresários”, destaca.

O sucesso da articulação com o Congresso está nos detalhes, até nos gestos mais simples. Resta a Bolsonaro ouvir melhor seus conselheiros. A própria viagem dele ao Nordeste foi reduzida. Em 23 de maio, era previsto que o presidente fizesse um reconhecimento da área das obras da transposição do rio São Francisco, além de uma atividade na fábrica da Fiat em Goiana (PE). Um assessor palaciano afirma, contudo, que ele cumprirá apenas a agenda prevista para o dia 24, onde comandará, com a presença dos nove governadores da região, a reunião do Conselho Deliberativo (Condel) da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), que votará o Plano Regional de Desenvolvimento (PRDNE).

Totonho defende a reforma de Bolsonaro e lança pré-candidatura a prefeito de Afogados 

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O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares, lançou sua pré-candidatura nesta segunda (13). ele já foi prefeito por três vezes e sonha em ser prefeito novamente.

Valadares voltou a afirmar que mantem um bom relacionamento com o atual prefeito, José Patriota, e que ainda não o informou sobre a sua decisão de pré-candidato. disse que procurou o atual prefeito para comunicar de sua decisão durante o carnaval, mas devido o problema de saúde por qual passa o atual gestor decidiu não falar naquele momento, defendeu a reforma do governo Bolsonaro  “Não é justo as pessoas se aposentarem sem tempo de contribuição disse que não tem nada contra os sindicatos,”  Tô  voltou no atual presidente indo de encontro com seu grupo político “A Frente Popular,” liderado pelo prefeito Patriota que tem uma aprovação da população que passa dos 85%  e um vice prefeito atuante.

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