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Estudantes e professores de universidades federais de Pernambuco protestaram, na manhã deste sábado (11), na Praça do Derby, área central do Recife, contra o corte de 30% do orçamento, bloqueados pelo Ministério da Educação (MEC).

Segundo Antônio Gomes, professor de farmacologia, o movimento não é só para os alunos, os professores também devem aderir a causa. “A falta de verba vai afetar diretamente as nossas pesquisas” relatou o professor. Perguntado sobre o que mais o preocupa na falta de investimento, ele afirmou que são as áreas de saúde: “A saúde é um direto da população. Esse corte de verba pode impactar nas pesquisas da área”.

Já a aluna de ciência política da UFPE, Letícia Souza, disse que o movimento é contra e também para refletir sobre os cortes de verba do governo federal em relação a educação superior e básica. “A gente sabe que cortes são necessários e que não são absurdas de acontecer, mas não do jeito que está acontecendo e não com a justificativa que estão nos dando”, completou.

Letícia Souza, de 21 anos, também relatou a preocupação em perder as bolsa auxílios: “Eu recebo bolsa do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e bolsa assistência, basicamente sem bolsa eu não consigo estudar”.

Para Wilcleis Cavalcanti de 35 anos, que é gráfica, todo mundo deve apoiar os universitários. “Eles são o futuro da gente, se eles estão lá dentro é de interesse deles para no final fazer algo pela gente”, relatou.

Atividades

As atividades da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) deverão parar a partir de outubro, caso permaneça o corte de 30% do seu orçamento, bloqueados pelo MEC. Na Federal Rural (UFRPE), a previsão é interromper as aulas também em outubro ou novembro. Na Federal do Vale do São Francisco (Univasf), a suspensão será ainda mais cedo, provavelmente em setembro.

Além de atingir um universo de cerca de 80 mil pessoas entre alunos, professores e técnicos das três instituições, o contingenciamento do governo federal, realizado semana passada, põe em risco o emprego de 2.400 brasileiros que prestam serviços terceirizados. Sem dinheiro, as universidades terão que encerrar contratos de limpeza, segurança e manutenção, entre outros, provocando a demissão desse pessoal.

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