O ex-ministro Aloizio Mercadante se diz “preocupado” com o conteúdo nocivo presente na reforma da Previdência do governo Bolsonaro. Em seu programa semanal na TV 247, ele denuncia que “o novo modelo é socialmente perverso” e revela que a intenção do ministro da Economia, Paulo Guedes, “é estabelecer um governo de direita, com Estado mínimo, em que todas as políticas públicas serão transformadas em mercadorias”. “Quem tem dinheiro bem, quem não tem, passar bem”, resume Mercadante. O programa teve a participação também do professor da Unicamp Eduardo Fagnani e do ex-ministro Carlos Gabas.

Modelo inconstitucional 

Mercadante afirma que Bolsonaro está desconstitucionalizando a Previdência. “Eles estão retirando todos as garantias sociais estabelecidas pela Constituição de 1988”. “O governo está quebrando a visão de uma Previdência solidária, inter-geracional e irá comprometer profundamente a distribuição de renda no País”, completa.

O ex-ministro ainda salienta que a “proposta do governo não é uma reforma, mas sim um desmonte completo do sistema previdenciário”.

Ele ressalta que “o ministro da Economia, Paulo Guedes, “é extremamente contrário ao Estado de bem estar social” e que, no novo modelo, “idosos e mais pobres pagarão a conta, pois possuem um regime de trabalho mais precário, devido ao desemprego a alta rotatividade”.

Ele avalia que apenas metade dos brasileiros irá atingir a nova regra de aposentadoria. “E quem conseguir se aposentar, não terá seu salário integral. A reforma é socialmente perversa”, condena.

Mercadante aponta os principais pontos nocivos da reforma. Entenda:

O novo modelo acaba com a aposentadoria por tempo de serviço, aumenta de 15 para 20 anos a contribuição mínima e aumenta a idade mínima para se aposentar: 65 anos homens e 62 mulheres.

Quem contribuiu integralmente e se aposentou com a idade mínima, receberá 60% da média salarial de toda a vida profissional.

Quem não conseguir contribuir os 20 anos, receberá apenas 400 reais a partir dos 70 anos de idade.

Pelo menos três mortos em confrontos na fronteira com a Venezuela, diz jornal

Manifestantes pegaram os produtos em meio à fumaça / Foto: RAUL ARBOLEDA / AFP

Manifestantes pegaram os produtos em meio à fumaça
Foto: RAUL ARBOLEDA / AFP / Com informações do jornal Folha de S. Paulo e da AFP

A tarde deste sábado (23) foi marcada por fortes confrontos na fronteira do Brasil com a Venezuela. Segundo apurado pelo jornal Folha de S. Paulo, três pessoas acabaram morrendo e outras 42 ficaram feridas após um ataque a tiros das forças de segurança venezuelanas. A informação teria sido repassada por funcionários de saúde do país vizinho. As baixas ocorreram na cidade de Santa Elena de Uairén, nas proximidades da fronteira brasileira.

Ao menos 42 pessoas ficaram feridas em distúrbios registrados na principal ponte fronteiriça entre Colômbia e Venezuela, por onde a oposição tenta fazer entrar ajuda básica, apesar do bloqueio das forças venezuelanas, segundo um socorrista.

Os feridos são venezuelanos, que pretendiam cruzar com assistência para seu país pela ponte Simón Bolívar, fechada na véspera por determinação do presidente Nicolás Maduro, quando foram reprimidos com bombas de gás lacrimogêneo. Catorze feridos tiveram que “ser transferidos” para receber atendimento médico, disse à AFP um funcionário da Defesa Civil, que pediu para não ser identificado.

Mega-Sena: Ninguém acerta as seis dezenas e prêmio vai a R$ 43 milhões

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.12 da Mega-Sena, realizado na noite deste sábado (23) em Jundiaí (SP). O prêmio acumulou e está estimado em R$43 milhões. Veja as dezenas sorteadas: 01 – 07 – 28 – 30 – 44 – 46.

A quina teve 5 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 42.197,60. Outras 6.182 apostas acertaram a quadra; cada uma receberá R$ 741,09.

Chefe de facção criminosa do RJ é preso na Paraíba, onde vivia em casa de luxo, pintava e vendia quadros

Luiz Claudio Sant’anna, o “Lico“, estava foragido e, segundo a polícia, se dedicava à pintura e chegou a fazer exposições de seus quadros.

Foi preso nesta sexta-feira (22) Luiz Claudio Sant’anna, o “Lico“, apontado pela polícia como um dos principais chefes da facção criminosa Comando Vermelho.

Com 42 anotações criminais, a polícia afirma que “Lico” vivia uma vida tranquila em João Pessoa, capital da Paraíba, no Nordeste.

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