Uma discussão motivada pelo volume alto de um aparelho de som terminou em tragédia familiar no último sábado, 17, na Fazenda Curralinho, no limite entre os municípios de Serra Talhada e Floresta.

A Polícia Civil informou que Cícero Vicente da Silva chegou em casa embriagado e começou a discutir com o filho por causa do nível do som. Os ânimos se elevaram e Cícero partiu para cima do rebento com uma faca peixeira. Bruno correu para a cozinha, pegou uma faca e matou o genitor.

Após praticar o homicídio e estarrecer a mãe, Rita de Souza, que assistia televisão no momento da confusão, Bruno fugiu da residência tomando destino desconhecido. Cícero Vicente foi esfaqueado nos braços e na cabeça. As duas facas foram apreendidas pela polícia e o corpo encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Caruaru.

Prefeitos demitiram outros médicos para contratar cubanos, diz Bolsonaro

presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou neste domingo (18) que alguns prefeitos demitiram médicos para contratar cubanos e “ficarem livres da responsabilidade”. Ele não citou quais prefeituras teriam feito isso.

“Tem prefeitura que simplesmente mandou embora o seu médico para pegar o cubano, quer ficar livre da responsabilidade. A convocação é só em situações extraordinárias”, disse ao visitar a competição mundial de jiu-jitsu Abu Dhabi Grand Slam, no Parque Olímpico da Barra (zona oeste do Rio).

Há uma ordem na escolha dos médicos. A prioridade é para brasileiros e estrangeiros com registro no Brasil, seguidos por brasileiros e estrangeiros formados no exterior que não tiveram seu diploma revalidado aqui. Por fim, se todas essas categorias não completarem o número de vagas oferecidas, são chamados os médicos cubanos.

Já o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde estima 611 cidades que poderiam ficar sem nenhuma equipe médica na rede pública com o fim do contrato entre Cuba e Brasil. O país anunciou a saída do programa após não aceitar as condições impostas por Bolsonaro para renovação.

Neste domingo, Bolsonaro também voltou a afirmar que os médicos cubanos fazem trabalho “análogo à escravidão”. “Você é mãe por acaso? Você sabe que é ficar longe dos filhos?”, perguntou a uma jornalista. “As cubanas estão aqui e estão longe dos seus filhos há mais de um ano.”

“Não podemos admitir escravos cubanos no Brasil e não podemos continuar alimentando a ditadura cubana”, disse. “É justo confiscar 70% do trabalho de uma pessoa? Não é justo.”

Diferentemente do que acontece com os médicos brasileiros e de outras nacionalidades, os cubanos do Mais Médicos recebem apenas parte do valor da bolsa paga pelo governo do Brasil.

Isso porque, no caso de Cuba, o acordo que permite a vinda dos profissionais é firmado com a Opas (Organização Panamericana de Saúde), e não individualmente com cada médico.

Pelo contrato, o governo brasileiro paga à Opas o valor integral do salário, que, por sua vez, repassa a quantia ao governo cubano. Havana paga uma parte aos médicos (cerca de um quarto), e retém o restante.

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