Protesto contra Bolsonaro ocupa a Cinelândia, no Centro do Rio — Foto: TV Globo

Protesto contra Bolsonaro ocupa a Cinelândia, no Centro do Rio — Foto: TV Globo

As mulheres se tornaram um empecilho ao crescimento das intenções de voto do candidato à presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro. Além de uma mobilização massiva nas redes sociais, com milhões de seguidoras reproduzindo a hashtag #EleNão, atos públicos tomam as ruas de diversas cidades do Brasil – e de outras pelo mundo – neste sábado (29).

Foto aérea mostra manifestação contra o candidato Jair Bolsonaro no Largo da Batata, na Zona Oeste de São Paulo — Foto: Miguel Schincariol/AFP

Foto aérea mostra manifestação contra o candidato Jair Bolsonaro no Largo da Batata, na Zona Oeste de São Paulo — Foto: Miguel Schincariol/AFP

Líder nas pesquisas de intenção de voto desde o início da campanha, Bolsonaro se envolveu em discussões públicas com mulheres e fez declarações que tem dividido opiniões e alimentado movimento contrários e em apoio ao candidato por parte do eleitorado feminino.

O evento montado no Facebook para a manifestação que acontecerá em São Paulo tem 83 mil pessoas confirmadas. As criadoras da página afirmam que o ato foi organizado por mulheres que se conheceram no grupo ‘Mulheres Unidas Contra Bolsonaro’. Segundo elas, a ideia surgiu de forma espontânea e “está sendo construída por ativistas, militantes políticas que apoiam candidatos e candidatas e que assumem suas posturas políticas com respeito”.

Manifestantes contrários a Jair Bolsonaro se reúnem na orla da Ponta Verde, em Maceió (AL).  — Foto:  Derek Gustavo/G1

Manifestantes contra Bolsonaro se reúnem no centro de Juiz de Fora (MG) — Foto: Mônica Cury

Bolsonaro, que é deputado federal desde 1991, cresceu em meio à crise dos partidos tradicionais brasileiros, com escândalos em série revelados pela Operação Lava Jato a partir de 2014. Ele ganhou projeção com um discurso de defesa da ditadura militar (1964-1985), exaltação de torturadores do período, apologia ao uso de armas pela população, aumento do uso da força policial, ataque a minorias e ao que chama de politicamente correto. Segundo pesquisa Datafolha realizada entre 26 e 28 de setembro, Bolsonaro tem 28% das intenções de voto. Ele é seguido por Fernando Haddad, candidato do PT, com 22%. Ciro Gomes, do PDT, com 11%, e Geraldo Alckmin, do PSDB, com 10%, vêm depois. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. 52% é a porcentagem de mulheres que dizem que não votarão em Bolsonaro de jeito nenhum. É o maior índice de rejeição entre os candidatos à Presidência, segundo Datafolha divulgado em 28 de setembro. 46% é a porcentagem de eleitores no geral que dizem não votar em Bolsonaro de jeito nenhum. É a maior rejeição entre os candidatos à Presidência, segundo Datafolha divulgado em 28 de setembro. 34% é a porcentagem de mulheres que dizem não saber em quem votar no cenário em que não são apresentados candidatos. Entre os homens, o índice é de 19%, segundo Datafolha divulgado em 28 de setembro. O sábado (29) também registrou manifestações, menores, de apoiadores do capitão da reserva. No Rio, centenas de pessoas se reuniram na praia de Copacabana para defender Bolsonaro. Houve também atos em favor do candidato do PSL em outras 13 cidades, num total de seis estados, segundo o site de notícias G1. FOTO: PILAR OLIVARES/REUTERS ATO EM FAVOR DE JAIR BOLSONARO NO RIO DE JANEIRO

                                            52% É  a porcentagem de mulheres que dizem que não votarão em Bolsonaro de jeito nenhum. É o maior índice de rejeição entre os candidatos à Presidência, segundo Datafolha divulgado em 28 de setembro.

                         46%  É a porcentagem de eleitores no geral que dizem não votar em Bolsonaro de jeito nenhum. É a maior rejeição entre os candidatos à Presidência, segundo Datafolha divulgado em 28 de setembro.

 

BOLSONARO NO AVIÃO, RUMO AO RIO DE JANEIRO, DEPOIS DE RECEBER ALTA MÉDICA EM SÃO PAULO  

 

 Como era esperado após  o atentado, Bolsonaro registrou alta nas pesquisas, mas nos mais recentes levantamentos parou de crescer. Nesse período, além da mobilização civil, o candidato do PSL enfrentou uma série de desencontros dentro de sua própria campanha.

Seu Candidato a vice em sua chapa, general da reserva Hamilton Mourão “ criticou 13º Salário e as férias” , e o conselheiro econômico Paulo Guedes deram declarações polêmicas, algumas desmentidas posteriormente por Bolsonaro.

 

 

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