RECIFE – A Executiva Nacional do PRP retirou a pré-candidatura do coronel Luiz Meira ao governo de Pernambuco nas eleições 2018, deixando o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) sem palanque no Estado. Meira tinha como proposta para a educação e a segurança pública a militarização das escolas em áreas consideradas de risco. A decisão da cúpula do partido foi informada ao diretório estadual por meio de nota assinada pelo presidente Ovasco Resende e divulgada na sexta-feira, 27.

 

De acordo com o texto, a legenda vai focar na formação de uma bancada federal “suficiente para superar a cláusula de desempenho”. Atualmente, a sigla tem apenas o deputado Nivaldo de Albuquerque, de Alagoas, na Câmara.

 

Segundo a emenda constitucional 97/17, a cláusula de desempenho para acesso ao fundo partidário e ao tempo no rádio e TV no horário eleitoral será progressiva. A partir de 2019, só terão acesso a esses benefícios os partidos que conseguirem, nas eleições deste ano, pelo menos 1,5% dos votos para a Câmara (nove deputados), distribuídos em nove estados e com mínimo de 1% dos votos em cada um deles. Esses percentuais sobem gradativamente até 2031.

 

“Uma candidatura majoritária própria para o cargo de governador não viabilizaria a obtenção de votos capazes de conduzir o partido à superação da cláusula de desempenho. O coronel Meira não contou com adesão de outros partidos o que seria muito importante para o cumprimento da meta eleitoral”, afirmou Resende na nota.

O fraco desempenho do militar nas pesquisas também pesou na decisão dos dirigentes nacionais do PRP. Em levantamentos registrados no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco, Meira aparece oscilando com 1% e 2% da preferência dos eleitores. Para a cúpula do partido, “os números se mostraram insuficientes, além disso o custo da campanha inviabilizaria a meta partidária de aplicar recursos nas candidaturas dos deputados federais”. Procurado pela reportagem, o coronel Meira não foi localizado.

Agência Estadão/Foto: Reprodução

 

 

 

 

PSL, PHS, PV e PRTB definem apoio a Armando Monteiro, do PTB, em Pernambuco

 

Apoio ao senador, pré-candidato ao governo estadual, foi divulgado em convenção realizada em hotel na Zona Sul do Recife neste sábado (28).

G1 PE / Foto: Foto: Antonio Coelho/TV Globo

urante convenção realizada neste sábado (28), o Partido Social Liberal (PSL), o Partido Humanista da Solidariedade (PHS), o Partido Verde (PV) e o Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) divulgaram apoio ao senador Armando Monteiro (PTB), pré-candidato ao governo de Pernambuco nas eleições 2018. O evento ocorreu em um hotel no bairro do Pina, na Zona Sul do Recife. (Veja vídeo acima)

A decisão de não ter candidato próprio ao governo estadual e da escolha do nome a ser apoiado foi tomada após várias discussões entre os quatro partidos, segundo o presidente da coligação, Ednázio Silva (PRTB). “Vimos que Armando é o melhor caminho porque representa renovação para o estado. Com ele, Pernambuco tem mais oportunidade de crescer nas questões de mobilidade, educação e saúde”, diz.

Sem citar os nomes que discordaram, a princípio, da escolha, Ednázio Silva explica que o apoio ao pré-candidato do PTB ao governo de Pernambuco foi aceito pelo PSL, PHS, PV e PRTB, que defendem a saída do Partido Socialista Brasileiro (PSB) da gestão do estado.

“Chegamos aos ‘finalmentes’ com todos concordando. Os partidos que estão aqui reunidos estão em busca de renovação. É hora de mudança, de dar oportunidade aos novos [políticos] e ao povo”, afirma.

Na convenção, o PSL, o PHS, o PV e o PRTB lançaram 74 candidatos a deputado estadual em Pernambuco e 38 para deputado federal. O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB) esteve presente e manifestou apoio aos candidatos a deputados estaduais e federais.

Na ocasião, os quatro partidos garantiram, ainda, apoio aos pré-candidatos ao Senado Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB), que também participaram da convenção

 

 

 

Paulo Câmara recebe apoio de três importantes grupos políticos de Pesqueira

 

Foto: Douglas Fagner

Pré-candidato à reeleição, o governador Paulo Câmara (PSB) recebeu o apoio de três importantes grupos políticos do município de Pesqueira, no Agreste, neste sábado (28). Ao visitar a cidade, Paulo Câmara foi recebido pela prefeita Maria José (PRP), pelo ex-candidato a prefeito nas últimas eleições, Evando Júnior (PROS), e por Dr. Vanbrugh Sá (PROS), pré-candidato a deputado estadual.

 

A prefeita Maria José, acompanhada do esposo, o deputado estadual João Eudes (PP), ofereceu um almoço ao governador e agradeceu a atenção com Pesqueira. Após almoçar com Maria José, Paulo Câmara fez uma visita a Dr. Vanbrugh, que foi vice-prefeito de Pesqueira e é filiado ao PROS.  O encontro reuniu lideranças de cidades vizinhas, como os ex-prefeitos de Belo Jardim, João Mendonça, e de Poção, Padre Cazuza, além dos deputados estaduais Laura Gomes e Nilton Mota. “A gente tem que pensar em política de forma coletiva e com responsabilidade”, destacou Vanbrugh.

 

Outra liderança do PROS na cidade, o ex-candidato a prefeito Evando Júnior, recepcionou o governador Paulo Câmara juntamente com o deputado Waldemar Borges (PSB) e os vereadores Paulo Campos, Naldo Paz e Bal de Mimoso.

Paulo Câmara agradeceu aos apoios políticos de Pesqueira e reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento do município. “Pesqueira tem uma contribuição importante na região e faz política com gente muito séria. A gente tem satisfação de ter o apoio de muitas frentes políticas e a gente vai dar atenção a Pesqueira como faz com outros municípios”, pontuou o líder socialista

 

 

 

 

Fundo Eleitoral bilionário vai bancar até suplente de senador

 

A criação do Fundo Eleitoral para financiamento de campanhas está influenciando a composição das chapas de candidatos ao Senado. As vagas de suplentes de senadores, geralmente destinadas a parentes ou a endinheirados, agora entraram nas negociações de alianças.

“Se antes o suplente precisava de recurso próprio para ajudar a eleger o senador, agora o partido pode alocar dinheiro do fundo na campanha”, observa o cientista político Antônio Queiroz. Na atual legislatura, 41 suplentes assumiram mandatos de titulares, mais da metade da Casa.

Cada senador tem direito a dois suplentes, que não recebem o voto direto do eleitor, mas ganham o mesmo direito do titular se efetivados.

Candidato ao Senado, o ex-governador Marconi Perillo (PSDB-GO) diz que vai negociar as vagas de suplente com os partidos de sua aliança. O mesmo fará o senador Eunício Oliveira (MDB-CE), candidato à reeleição. Em 2010, as vagas dele foram dadas ao PR e PRB. As informações são da Coluna do Estadão.

 

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Dois irmãos perdem a vida em acidente de moto no centro de Sertânia

 

Policiais da ROCAM de Sertânia foram informados por populares sobre um acidente de trânsito envolvendo uma motocicleta Yamaha, que teria colidido com uma parede no centro da cidade, tendo o condutor José Davi Pereira da Silva, de 16 anos, ajudante de mecânico e seu irmão, o carona, Jefferson Aparecido Pereira da Silva, de 17, caídos por terem perdido o controle do referido veículo.

O proprietário da moto, residente da Vila do Ferro Velho, de 46 anos de idade, que não teve a identidade revelada, informou ao policiamento que as vítimas chegaram a pé, pegaram a moto sem sua autorização e saíram em alta velocidade e que só soube do acidente por populares.

As vítimas foram socorridas para o Hospital de Sertânia, sendo que José Davi faleceu logo após dar entrada naquela unidade de saúde, enquanto que Jefferson Aparecido faleceu antes mesmo de chegar ao hospital.

A motocicleta havia sido retirada do local do acidente pelo proprietário, antes de qualquer perícia. O mesmo foi procurado pelo policiamento, sendo apresentado à Delegacia de Polícia de Sertânia para as medidas cabíveis. Com informações do Blog Tribuna do Moxotó.

 

 

 

 

Político que divulgar ‘Fake News’ pode ter mandato cassado

 

Jefferson Rudy/Agência Senado

O secretário-geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Carlos Frazão, afirmou que a lei brasileira permite a cassação de mandato ou se for comprovado envolvimento do político na disseminação de informações falsas, as chamadas ‘Fake News’. Ele participou de seminário organizado em junho pela Câmara dos Deputados para discutir boas práticas e condutas de agentes públicos em ano eleitoral.

“A partir do momento que se descubra que o político contratou serviço de produção industrial de notícias fraudulentas, uso de boots, para divulgar esses conteúdos, ele pode ser punido. Se ficar devidamente comprovado, nos autos, a existência disso, é possível utilizar a Lei Complementar 64/90 e proceder à cassação de seu mandato. E aí consequentemente, nos termos da legislação, far-se-ão novas eleições”, explicou.

Carlos Frazão informou que o TSE vai fazer o controle de conteúdo de informações falsas, como já vem fazendo com as notícias reconhecidamente inverídicas. Nesse sentido, ele citou a recente decisão do ministro do TSE Sérgio Banhos que determinou a retirada do ar de notícias apontadas como falsas sobre a presidenciável Marina Silva, da Rede.

Cautela

Sobre condutas vedadas a agentes públicos, Rafael do Valle, que dirige o Departamento Eleitoral da Advocacia-Geral da União (AGU), lembrou de dúvida de uma funcionária sobre o uso da máquina pública para campanha.

“Em uma palestra, ela levantou a mão e falou: ‘OK, entendi que a gente não pode usar, por exemplo, um computador dentro da repartição para divulgar e fazer campanha de um candidato. Mas eu posso utilizar a rede wifi do celular do ministério para fazer campanha’”, relatou Valle o questionamento da servidora. “Em resposta, dei uma risada e falei que recomendo o uso do 3G porque a gente tem de ser bastante cauteloso, temos de ter em mente que não podemos utilizar a máquina pública em nenhuma das esferas”, acrescentou ele.

Opiniões

Já Humberto de Medeiros, vice-procurador-geral Eleitoral do Ministério Público Federal, destacou que os candidatos têm o direito de expor suas opiniões durante o período pré-eleitoral.

“É possível a propagação de atos parlamentares e debates legislativos desde que não se faça a pedido de votos, assim como também é possível a divulgação de posicionamento pessoal sobre questões políticas, inclusive nas redes sociais”, informou.

O TSE firmou em junho um acordo com o Facebook e o Google contra a disseminação de notícias falsas nas próximas eleições. No documento, as empresas se comprometem a combater a desinformação gerada por terceiros. Com informações da Agência Câmara Notícias.

 

Jovem é encontrado morto com as mãos amarradas e marcas de tiros em Petrolina

 

 

 

O corpo de um jovem de 25 anos foi localizado na tarde deste sábado (28) em uma estrada de chão entre os bairros Nova Petrolina e o Parque das Emas em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. 
 
Segundo informações da Polícia Civil ao G1 Petrolina, Wellington Rocha foi encontrado sem vida, por volta das 14h, com as mãos amarradas com um material conhecido como “enforca gato” e tinha perfurações de arma de fogo.
 
 
 
 

Nordeste tem a mais alta taxa de mortes por armas de fogo do país

 

 
Cano curto e procedência nacional. De acordo com a pesquisa “De onde vêm às armas do crime apreendidas no Nordeste”, produzida pelo Instituto Sou da Paz, essas duas características estão presentes na esmagadora maioria das armas de fogo rastreadas pelos estados da região – pelo menos aqueles que disponibilizaram os dados detalhados aos responsáveis pelo estudo.
 
Os apontamentos da pesquisa ajudam a explicar por que a situação da segurança pública nos estados nordestinos se tornou tão crítica. No período entre 2005 e 2015, a quantidade de mortes por agressão com armas de fogo quase dobrou: de 9,2 mil a 18,2 mil casos. Hoje, o Nordeste responde por 44% do total de crimes do gênero no país, ainda que a população da região corresponda a apenas 28% da nacional. É a taxa regional mais alta de agressões por armas de fogo no Brasil – 32,2 casos por 100 mil habitantes, 57% acima da média nacional de 20,5%.
 

 

Grande parte desses casos, segundo o estudo, envolve vítimas com perfil semelhante. Em geral são homens (92%), negros (pretos e pardos, 70%), que possuem entre 15 e 29 anos (52%) e são mortos com disparo de armas de fogo (72%). Apesar dos esforços de alguns dos estados da região – sobretudo os que colaboraram com a pesquisa, rastreando e categorizando detalhadamente as apreensões –, essas estatísticas evidenciam que o planejamento do combate à violência no país poderia ser melhor planejado, coordenado e executado. O que se torna uma tarefa bem mais complicada sem informação.
 
Prioridade?
 
Aos estados que optam por não levantar dados detalhados sobre a circulação interna de armas de fogo, no entanto, resta apenas procurar soluções às cegas. É essa a opinião de Bruno Langeani, gerente de Justiça e Segurança do Instituto Sou da Paz, responsável por coordenar a pesquisa. Ele lamentou bastante o fato de estados como Pernambuco, Bahia e Sergipe terem decidido não colaborar enviando informações durante a produção do estudo. “Não é possível que um secretário de Segurança não fique constrangido ao ver uma pesquisa sobre o perfil de armas no Nordeste e seu estado não tendo nenhum dado para divulgar”, afirma.
 
Bruno avalia que existem duas hipóteses a respeito dessa negligência. E a mais otimista, segundo ele, é considerar que esses estados possuem as informações, mas preferiram não torná-las públicas. “Se esses estados não estiverem trabalhando esses dados, estão fazendo política de segurança no escuro. E aí, fazendo política de segurança sem diagnóstico, a chance de dar certo é muito baixa. Nos preocupa muito que, de nove estados, três não conseguiram fornecer nenhum dado, e alguns outros não conseguiram fornecer dados completos”, pontua.
 
Outro ponto a lamentar a respeito dessa falta de detalhamento sobre o perfil das armas apreendidas em alguns estados, segundo Bruno, é que isso serve de alimento para a desinformação. “Faz com que a indústria consiga disseminar esses boatos de que o problema da arma do crime é a que vem de fora. E aí, quando a gente analisa esses dados, o problema dessa epidemia de homicídios no Brasil e no Nordeste são as armas nacionais. Essa informação é decisiva para que a gente consiga dar conta de enfrentar isso da maneira adequada”, explica.
 
Projeções… ou memórias?
 
Enquanto o cenário da violência armada se agrava no Brasil, se fortalece no Congresso nacional o lobby pela liberação das armas de fogo, através da revogação do Estatuto do Desarmamento em vigor em 2003. “A gente tem uma série de parlamentares que comprovadamente receberam recursos da indústria (armamentista) para se eleger, e por conta disso, fazem um lobby pesado para tomar medidas que aumentem o lucro dessa indústria”, observa o porta-voz do Instituto Sou da Paz.
 
Ao invés de projetar as consequências de eventuais medidas no sentido de flexibilizar as regras para o porte de arma, Bruno prefere evocar lembranças de um passado não muito distante. “O Brasil já teve esse cenário. Se a gente for olhar antes de 2003, a gente tinha essa possibilidade do porte civil. As pessoas podiam comprar armas com muito mais facilidade, sem esses requisitos que hoje são exigidos, como teste psicológico, atestado de antecedentes criminais. Esse foi o período em que mais se comprou arma no país, e ao invés das pessoas se sentirem mais seguras, foi o período em que a taxa de homicídios mais cresceu”, recorda.
 
Transversalidade
 
A principal conclusão do estudo sobre as armas no Nordeste brasileiro vai justamente na contramão desse debate sobre a ideia de armar a população. Segundo o relatório do Instituto Sou da Paz, o caminho mais eficaz para reduzir a violência armada é apostar em ações integradas e transversais. Mais trabalho de inteligência e investigação, e menos exposição de policiais a operações arriscadas. Mais controle sobre os arsenais do Exército, e menos brechas nas leis que dispõem sobre aquisição de armas. Tudo isso em ações pensadas e coordenadas não para dar resultados imediatos, mas para resolver a questão no médio ou longo prazo.
 
Essa também é a visão de Edna Jatobá, coordenadora executiva do Gabinete de Assessoria Jurídica Organizações Populares (Gajop) e especialista em segurança pública. Ela sabe, no entanto, que praticamente nenhum governo está disposto a esperar um período de tempo maior do que seu mandato para receber os louros por suas políticas de combate à violência armada. “O trabalho transversal dá resultado a partir de um investimento contínuo e permanente. Então, não são resultados que você vai colher em um ou dois anos. Eles querem resultados que se deem imediatamente, para que eles possam colher os frutos ainda na sua gestão, e não deixar para ser colhida pelos seus sucessores”, considera. (Via Op9)

Mega-Sena: Ninguém acerta, e prêmio acumula a R$ 6 milhões

 

 

A Caixa Econômica Federal realizou neste sábado (28) o concurso 2.063 da Mega-Sena. Os números sorteados foram: 06 – 10 – 19 – 24 – 25 – 29.
 
Ninguém acertou as seis dezenas, e o prêmio acumulado para o próximo sorteio está estimado em R$ 6 milhões. A Quina teve 94 apostas ganhadoras, e cada vencedor receberá R$ 16.561,93. Outras 5.511 pessoas acertaram a Quadra, com prêmio de R$ 403,56 para cada.
 
 
 

Bolsonaro chega a 8,5 milhões de seguidores e lidera nas redes

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Jair Bolsonaro, segundo a Arko Advice, chegou sexta-feira a 8,5 milhões de fãs e seguidores nos seus perfis oficiais nas redes sociais (Facebook, Twitter, YouTube e Instagram). Esse total equivale à soma dos seguidores de Marina (4,3 milhões) e Lula (4,2 mi).

Alckmin, por sua vez, tem 2 milhões e é o quarto colocado. Álvaro Dias, João Amoêdo e Manuela D’Ávila têm entre 1,5 milhão e 1,2 milhão.  Na lanterninha desse grupo vem Ciro Gomes, com 607 mil.

Justiça determina que Wesley Safadão pague R$ 38 mil de pensão

 

Aconteceu nesta sexta-feira (27), uma audiência na 12ª Vara de Família do Fórum Clóvis Beviláqua em Fortaleza para tratar da pensão de Yhudy Lima filho de Wesley Safadão e Mileide Mihaile. O juiz decidiu que o cantor deverá pagar 40 salários mínimos de pensão alimentícia para o seu filho. Com isso, Mileide, que é representante legal de Yhudy, vai receber mais de R$ 38 mil por mês. Antes da audiência, Safadão pagava oficialmente cerca de R$ 9 mil.

Segundo o Diário do Nordeste, a justiça determinou que Wesley deverá pagar, anualmente, uma viagem internacional para o Yhudy e sua mãe, na primeira classe, que inclui babá e dez salários mínimos para as despesas.

A justiça ainda permitiu que o cantor pague a mensalidade e a matrícula do colégio de Yhudy e desconte do valor da pensão. O cantor também pagará, sem descontar do valor da pensão, o plano de saúde e o imposto de renda do filho. A Justiça determinou ainda que a atual esposa de Wesley Safadão, Thyane Dantas, não pode mais buscar a criança na escola.

Ao final da audiência já na tarde desta sexta, apenas Mileide falou com a imprensa, agradeceu aos fãs presentes no local e disse que a decisão foi favorável ao filho de 7 anos. Já Safadão saiu pela porta dos fundos e sem falar com a imprensa ou atender aos fãs e curiosos que estavam no local.

 

 

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