A Polícia Civil de Pernambuco está oferecendo uma recompensa de R$: 5.000.00, por informações que levem a localização das armas furtadas durante um arrombamento que aconteceu na 1ª Delegacia de Polícia Civil de Garanhuns, no Agreste.

As armas levadas foram; uma metralhadora .40 e uma espingarda calibre 12.

Quem tiver informações deve denunciar pelos fones, (87) 3761-8209 – 1ª DP      (81) 3719-4545 Disque Denúncia     190 Polícia Militar    O anonimato é Garantido!

 

Primeiro homicídio do ano é registrado em Carnaíba

 

Segundo as testemunhas a vítima Djavan Morato, 27 anos, acusado e suspeito estavam ingerindo bebida alcoólica no bairro Bela Vista quando os acusados G. e “C” se afastaram da mesa, deixando a vítima sozinha, em seguida ouviu o disparo. A vítima tentou correr, mas caiu, em seguida o acusado entrou no bar e lavou as mãos com uma cerveja dizendo para o dono do bar o seguinte: “você não viu nada”, em seguida fugiu em uma moto CG 160 de cor branca enquanto e o outro suspeito fugiu a pé. A vítima foi atingida no tórax, sendo socorrida para o Hospital Local, porém não resistiu aos ferimentos, vindo a óbito. O policiamento realizou diligências, com apoio do graduado de operações/CECOP e NIS I, conseguindo localizar o acusado próximo a sua residência. A vítima é ex-presidiário, condenado por tráfico de drogas, furto e dano ao patrimônio público e residia no bairro da Cohab e filho biológico do protético Preto Morato. Djavan foi adotado por Damião de Vane. O acusado também é ex-presidiário, já havia sido preso pelo crime de tentativa de homicídio. O outro suspeito não foi localizado. A arma utilizada no crime não foi localizada e o acusado não confessou ter praticado o crime. A ocorrência foi entregue a equipe de plantão da Delegacia de Polícia de Afogados da Ingazeira, mediante boletim de ocorrência, a fim de serem adotadas as providências investigativas e processuais cabíveis.
 

Crise econômica leva meio milhão de famílias de volta ao Bolsa Família

O Globo

Pouco mais de um ano foi o tempo suficiente para Rosimaria Rodrigues de Santana Amorim deixar o programa Bolsa Família. Há quase uma década, ela deu “baixa” no cartão porque conseguiu emprego como auxiliar de serviços gerais. O marido, Wagner Amorim, também passou a trabalhar de ajudante de pedreiro com carteira assinada. A renda do casal que mora em Planaltina de Goiás, mais conhecida como “Brasilinha” devido à proximidade de 60 km com a capital federal, permitiu financiar uma casa popular, comprar móveis modestos, ter eletrodomésticos e fazer um agrado vez por outra para os dois filhos, que adoram pizza e sonham com um tablet.

Após o nascimento do mais novo, Enzo, de três anos, que tem crises de asma e fica frequentemente internado, Rosimaria saiu do emprego para cuidar do menino. O setor de construção e reforma ainda estava em alta e o salário do marido, em torno de R$ 1 mil, era suficiente para as necessidades da casa. Em 2014, porém, a firma onde Wagner trabalhava fechou. A família continuou vivendo dos bicos que ele arranjava com frequência. Mas, no fim do ano passado, até os serviços temporários sumiram. O jeito foi recorrer novamente ao Bolsa Família.

— Nunca pensei que a gente ia passar por essa situação. A crise chegou mesmo aqui em casa. O Bolsa Família é a nossa única renda desde setembro, conta Rosimaria.

Apesar da perplexidade, Rosimaria não está sozinha. No Brasil, mais de meio milhão de famílias que haviam saído do Bolsa Família até 2011 reingressaram no programa apenas no ano passado. Foram, mais exatamente, 519.568 retornos em 2016. O número é superior ao de 2015, quando houve o primeiro salto, com a reinclusão de 423.668 famílias. Antes disso, o movimento de volta ao programa era bem menos intenso: 104.704 famílias em 2014, 186.761 em 2013 e 164.973 em 2012, segundo dados inéditos do Ministério do Desenvolvimento Social.

Para o sociólogo Elimar Nascimento, professor da Universidade de Brasília (UnB) e pesquisador na área de políticas públicas e desenvolvimento sustentável, a explosão do desemprego a partir de 2015 é o principal responsável pelo retorno da população à pobreza.

— Nos últimos dois anos de recessão, o desemprego explica por que as pessoas estão voltando ao Bolsa Família, que é um paliativo, não resolve o problema da pobreza. Só com a retomada do crescimento esse movimento pode ser superado, não existe mágica a ser feita, afirma o pesquisador.

Os dados gerais, sem distinção entre quem já foi ou não beneficiário do programa, mostram que a demanda pelo Bolsa Família cresceu 33% nos dois últimos anos. Em 2015, 1,2 milhão de famílias foram habilitadas a receber o benefício por atender aos requisitos de baixa renda, ou 105 mil famílias por mês. Em 2016, a média mensal bateu 141 mil, totalizando 1,6 milhão de famílias cadastradas ao longo do ano.

A fila de espera para o Bolsa Família chegou a janeiro deste ano com 463,9 mil famílias. Na última semana do mês, o governo anunciou ter conseguido incluir quem aguardava. O saldo de habilitados hoje conta com 1.898 famílias.

Essa diminuição significativa da fila só foi possível por causa do pente-fino feito no segundo semestre do ano passado e o reforço nas fiscalizações de rotina, que culminaram no desligamento de milhares de famílias do programa. Ao longo de 2016, 3 milhões de famílias tiveram o benefício cancelado, por não atender aos requisitos exigidos, ao mesmo tempo em que 2,4 milhões foram contempladas. Por isso, sem aumentar a cobertura de 13,5 milhões de famílias atendidas no total, o governo chegou perto de zerar a fila.

O governo estuda dar um reajuste no benefício com base na inflação medida entre julho de 2016 e julho de 2017, que deve oscilar de 4% a 5%. O valor médio pago as 13,5 milhões de famílias atendidas hoje — que reúnem cerca de 50 milhões de pessoas — é de R$ 182. A quantia pode ser maior ou menor conforme a renda da família, o número de dependentes, entre outros fatores.

Cidades do Sertão e do Pajeú em alerta para o Aedes

https://2.bp.blogspot.com/-pcwXfrxn7H0/WIiLNjVhbTI/AAAAAAAAv68/EByCP3-EOyQXCvQvXZfKKyeLeBeWhekjgCLcB/w1200-h630-p-k-nu/aedesaegypti.jpg

O surto de febre amarela silvestre no interior de Minas Gerais e o desmonte no processo de transição dos governos municipais, associados às condições climáticas e de saneamento, fizeram um grupo de promotores do Sertão do Pajeú, emitir, simultaneamente, um conjunto de recomendações preventivas para 13 prefeitos eleitos. O objetivo é garantir o funcionamento da vigilância às doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e evitar que a febre amarela seja reeditada também no Estado.

“Os índices anteriores causaram preocupação. Em todos os municípios tivemos notícias de morte por arbovirose no ano passado. Queremos evitar novos problemas, incluindo a entrada do vírus da febre amarela”, explica o promotor Lúcio Luiz de Almeida, que coordena a ação em bloco, na região.

Pernambuco registrou epidemia de microcefalia entre 2015 e 2016, associada à transmissão de zika vírus, assim como de dengue e de febre chicungunha, todas transmitidas ao homem pelo Aedes. A ação do Ministério Público envolve os municípios de Afogados da Ingazeira, Brejinho, Carnaíba, Iguaracy, Ingazeira, Itapetim, Quixaba, Santa Terezinha, Sertânia, São José do Egito, Solidão, Tabira e Tuparetama.

 

A lista de recomendações, publicada no Diário Oficial do Ministério Público para cada uma das 13 cidades, exige a elaboração e execução do Plano Municipal de Enfrentamento das Doenças Transmitidas pelo Aedes aegypti, em consonância com o plano estadual. Pede que os serviços de controle do mosquito e os de assistência aos doentes não sejam reduzidos. Pede ainda a liberação dos recursos necessários às ações, assim como a suspensão das férias de todos os agentes de endemias enquanto perdurar a situação de emergência em saúde decretada pelo Estado.

A comunicação imediata às autoridades sanitárias dos casos de microcefalia e mobilização social na cidade para garantir a adesão das comunidades às medidas de controle também foram incluídos na lista. Os prefeitos receberam prazo de cinco dias para informar se iriam acatar as sugestões do Ministério Público Estadual, responsável pelo controle das políticas públicas.

PREFEITOS

José Patriota, prefeito de Afogados da Ingazeira, um dos principais municípios do Sertão do Pajeú, alega que gestores municipais enfrentam diversas dificuldades para manter o controle das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti em mais um ano de estiagem prolongada.

Além dos problemas de abastecimento, que fazem a população armazenar água em casa, gerando focos do mosquito, Patriota aponta a necessidade de mais investimento federal na saúde e se queixa de mudança em normas do Ministério da Saúde, feitas no governo de Dilma Rousseff (PT) e mantidas no de Michel Temer (PMDB) que reduziram o efetivo de agentes de endemias nos municípios.

O governador Paulo Câmara (PSB) assinou em dezembro último a renovação do decreto de situação de emergência por 180 dias. Em vigor desde 2015, a medida tenta agilizar e desburocratizar processos e mobilizar a sociedade.

O governo do Estado indica uma expectativa de investir mais de R$ 70 milhões nas ações de combate aos criadores de mosquito, nos hospitais, para tratar as arboviroses, e garantir assistência às crianças com síndrome congênita do zika, que inclui as portadoras de microcefalia.

Deixe uma resposta

Cidades Acessando Blog

Panificadora Samuel
Escola Monteiro Lobato
 

CLICK AQUI E CONFIRA AS FOTOS!

Educação Infantil,

Ensino Fundamental e Médio

(87) 3838.1481 (87) 3838.2246

Siteemonteirolobato.com.br

Dr. Jamildo Carvalho
Desfile Cívico Escola M.L

AABB

Bloco a Onda 2017

Galeria de Fotos!