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Um interlocutor de Eduardo Cunha saiu apavorado de uma conversa recente com o político. Bem ao seu estilo, que mistura megalomania e ameaças, o ex-presidente da Câmara cunhou uma frase de efeito: “Ficarei conhecido por derrubar dois presidentes do Brasil”.

 

Realizadores de vaquejadas em Araripina e Caruaru firmam TAC perante o MPPE para garantir bem-estar dos animais

 

 

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Com o objetivo de implementar as medidas necessárias à proteção e bem-estar dos animais, o responsável pelo Parque Haras Milanny, localizado em Caruaru, José Arimateias de Lemos, e o responsável pelo Parque de Vaquejada Modesto, em Araripina, Damião Cavalcante da Silva, firmaram termo de compromisso e ajustamento de conduta (TAC) perante o Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Os compromissários devem impedir qualquer prática ou situação que configure maus-tratos nos eventos de vaquejada que serão realizados nos dias 5 e 6 de novembro em Araripina, e no período de 10 a 13 de novembro, em Caruaru.   

Egipciense e tabirense tornam-se candidatos a Patrimônio Vivo de Pernambuco

 

 

O Movimento PMC, através do seu articulador, Felipe Júnior, apresentou proposta à Gerência de Patrimônio Cultural – FUNDARPE para inclusão de Dedé Monteiro (Tabira-PE) e Arlindo Lopes (São José do Egito-PE) como Patrimônio Vivo de Pernambuco. O edital foi aberto no mês de setembro e encerrou-se na quarta-feira, dia 19 de outubro de 2016. Com uma justificativa palpável e condizente com o valor cultural dos candidatos, o Movimento PMC se sente confiante do devido reconhecimento a esses dois grandes artistas do Pajeú

 

“FANTASMAS” E “APADRINHADOS” DA PREFEITURA DO RECIFE NA MIRA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DE PERNAMBUCO

 
 
A Câmara Municipal de Jaboatão dos Guararapes foi alvo, há poucos dias, de uma Operação da Polícia Civil, que desbaratou uma organização criminosa formada por vereadores, assessores e outros beneficiários de um esquema pelo qual se desviava dinheiro público por meio da contratação de funcionários fantasmas, cujos salários eram embolsados pelos vereadores. A Operação se chamou “Caixa de Pandora” (Leia AQUI). De acordo com a delegada titular da Delegacia de Crimes contra a Administração Pública que comandou a Operação na Câmara de Jaboatão, Dra. Patrícia Domingos, o combate a esse tipo de delito deve se estender sobre outros municípios e casas legislativas do Estado.
 
Coincidentemente, ou não, no último dia 14 de outubro, o promotor de Justiça Eduardo Cajueiro, da 27ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania da Capital, por meio da Portaria nº 015/2016, determinou a instauração de um Inquérito Civil Público para investigar uma denúncia anônima de que um esquema de contratação de terceirizados baseado em apadrinhamentos políticos e que também envolveria contratações “fantasmas” estaria em execução na Prefeitura do Recife, sob a gestão do prefeito Geraldo Júlio.
 
De acordo com a denúncia retratada pela Portaria de Instauração do ICP, haveria, inclusive, situações em que terceirizados seriam desviados para prestarem serviços domésticos nas residências de cargos comissionados da gestão, às custas do Erário.
 
A denúncia ainda narra que na Secretaria de Educação da Prefeitura do Recife seria comum a contratação de um mesmo terceirizado, por mais de uma empresa prestadora de serviços, evidenciando claro favorecimento por dois contratos. De se notar que se em cada contrato a jornada for de 8 horas, o contratado estará prestando inacreditáveis 16 horas de serviços para a prefeitura do Recife!
 
Tramita no Tribunal de Contas do Estado e no MPE, denúncia feita pelo ex-vereador do Recife, Sérgio Magalhães, dando conta de que a gestão Geraldo Júlio teria se utilizado de contratos e nomeações para cargos comissionados como forma de favorecimento de seus aliados políticos durante as eleições municipais (Leia AQUI AQUI AQUI e AQUI)
 
 (Noélia Brito)

Juiz federal diz que são ‘gravíssimos’ indícios contra policiais legislativos

 

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Polícia Federal fez operação no Senado e prendeu 4 policiais legislativos.
Eles teriam atuado para obstruir investigação que envolvem senadores.

Do G1

O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, afirmou, em decisão na qual mandou prender quatro policiais do Senado, que os fatos apontados contra eles são “gravíssimos” e que as prisões são necessárias para paralisar condutas criminosas.

A suspeita é que esses policiais faziam varreduras nas casas dos políticos para, por exemplo, identificar e eliminar escutas instaladas com autorização judicial. O juiz aponta como “principal responsável” o diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo Carvalho.

As prisões foram determinadas na Operação Métis, deflagrada nesta sexta-feira (21), pela Polícia Federal. Os policiais legislativos são suspeitos de prestar serviço de contra inteligência para ajudar senadores investigados na Lava Jato e em outras operações.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), defendeu a atuação da Polícia do Senado e afirmou que as varreduras são feitas no Senado para detectar a presença de “grampos ilegais”.

“Os fatos são gravíssimos e há indícios de funcionamento da associação liderada pelo primeiro investigado, havendo fundadas razões de autoria e participação nos supracitados delitos. São necessárias tais medidas constritivas a fim de que se possa colher elementos maiores da investigação, sustar outras condutas reiteradas delituosas da mesma natureza, bem como assegurar que longe do local de trabalho e sem a influência de tais investigados se possa ter a segurança dos trabalhos de maior apuração dos fatos pela Polícia Federal, para colheita da mais elementos, como objetos e documentos, de interesse da Investigação”, escreveu o magistrado.

O “primeiro investigado” a que Vallisney se refere é o diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo Carvalho. Para o juiz, apesar de não ter praticado pessoalmente os atos, Carvalho “é o principal responsável pelas condutas e autor das ordens aos demais membros”, tem  “domínio pleno dos fatos, [e] exerce a liderança da associação criminosa”.

As prisões são temporárias e valem por cinco dias, período necessário, segundo o juiz Vallisney Oliveira, para que todos os quatro policiais sejam interrogados. As suspeitas são de associação criminosa, corrupção passiva e embaraço às investigações de organização criminosa.

A decisão narra que, como diretor da Polícia Legislativa, Carvalho realizou atos de verificação de escuta telefônicas e ambientais justamente em período em que a imprensa noticiou que os senadores estavam sendo investigados.

As diligências ordenadas por ele, diz o juiz, começaram em 2014 e duraram até este ano. Vallisney também sustenta ter havido “infração de dever funcional”, há que o diretor teria “cedido a pedido ou influência de outrem, inclusive de quem não mais exercia mandato de senador”, em possível referência ao ex-presidente José Sarney.

Compesa e Polícia Militar realizam ação para identificar ligações clandestinas no Sertão

 

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Atenta ao aumento de furtos de água ao logo das adutoras, durante o verão, quando as temperaturas costumam estar mais elevadas, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) planejou ações de fiscalização no Sistema Adutor do Salgueiro, no trecho compreendido entre a cidade de Cabrobó e a Estação Elevatória III, situada na serra de Monte Santo, no município de Cabrobó, Sertão do Estado de Pernambuco.

A operação, que iniciou no último dia 18 e se encerrou nesta sexta-feira (21), contou com o apoio da Policia Militar e percorreu oito quilômetros do referido trecho, o qual possui um total de 26 quilômetros.

Durante quatro dias, as equipes de manutenção da Compesa, juntamente com a Polícia Militar identificaram 17 ligações clandestinas, todas no município de Cabrobó, e recolheram mais de 1,2 mil metros de tubulações e mangueiras utilizados para furto de água, objetivando enchimento de barreiros e irrigação de plantações de macaxeira e capim. Só em uma única propriedade foram retirados e apreendidos quase mil metros de canos de 32mm de diâmetro. Nessa operação não foi registrado nenhum flagrante.

“Os infratores perfuram a adutora de aço e instalam tubulações, que são enterradas. O uso da água é feito geralmente a partir de mil metros de distância do local por onde passa a adutora da Compesa, distante do nosso campo visual, o que dificulta a identificação dos furtos. Precisamos percorrer uma grande área, entrando nas propriedades, para achar as ligações clandestinas” explica Januário Nunes de Carvalho, gerente da GNR Sertão Central, acrescentando que essas ações são rotineiras no Sistema Adutor de Salgueiro, desde o ano de 2012.

De acordo com o gerente da Compesa, a presença da Polícia Militar juntamente com as equipes de fiscalização gera um efeito positivo que inibe a ocorrência de novos furtos e levam a própria população infratora a desligar as ligações clandestinas. Antes da ação, a cidade de Salgueiro estava recebendo uma vazão média de 125 l/s, o que prejudicou o abastecimento de água da referida cidade, bem como o cumprimento do calendário de abastecimento para todos os setores – que é de até dois dias com água por cinco dias sem. Após a ação de fiscalização, a vazão aumentou de forma significativa e passou para 150 

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