A rainha Elizabeth II busca um jardineiro altamente qualificado para cuidar dos jardins dos palácios de Buckingham e St. James, duas das principais residências oficiais da família real e onde acontecem as tradicionais “garden parties” que ela oferece a alguns de seus súditos. O profissional ideal para a função precisa ter vasta experiência em jardinagem e uma grande vontade de admirar os gramados de ambas as residências “antes que milhões de turistas façam o mesmo”, conforme o descrito em um anúncio publicado no site oficial da monarquia britânica .
Os candidatos interessados na vaga, que estará aberta até 9 de setembro, não precisam ser britânicos, mas é fundamental que eles tenham autorização para trabalhar em tempo integral no Reino Unido e carta de motorista válida para dirigir no país. O salário oferecido é de £ 16,5 mil (R$ 70,4 mil) anuais, além de benefícios como acomodação grátis, plano de aposentadoria e 33 dias de férias remuneradas por ano.
Em abril, o Palácio de Buckingham já havia anunciado que buscava um profissional de redes sociais para cuidar das contas da monarca no Twitter e no Facebook. A vaga, no entanto, já foi preenchida. (Por Anderson Antunes)

 

Recife: Grupo reivindica moradia em protesto na Agamenon Magalhães 

 

 

Protesto na Agamenon Magalhães (Foto: Bruno Lafaiete/ WhatsApp)

Protesto interdita o sentido Boa Viagem da Avenida Agamenon Magalhães (Foto: Bruno Lafaiete/ WhatsApp)

Um grupo de moradores de comunidades localizadas em Cajueiro e Chão de Estrelas, na Zona Norte do Recife, realizou um protesto na Avenida Agamenon Magalhães, na manhã desta terça (30). De acordo com a Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU), o protesto acontece das 8h30 às 10h, no sentido Boa Viagem, em frente ao prédio da Secretaria Estadual de Habitação, no bairro de Campo Grande, na Zona Norte. O trânsito ficou lento durante a manifestação, mas já voltou ao normal.Bombeiros foram acionados para controlar o fogo na pista (Foto: Bruno Lafaiete/TV Globo/WhatsApp)

De acordo com a coordenadora da Organização e Luta Por Moradia Digna, Edileide Barros, o protesto foi feita por pessoas que foram retiradas de suas comunidades pela Secretaria Estadual de Habitação e estão sem receber auxílio-moradia. “Todos estão sem receber o benefício e a Secretaria não entregou as casas, como havia prometido. Agora, as pessoas não podem voltar, porque as comunidades em que viviam já foram ocupadas de novo”, reclama.

Bombeiros foram acionados para controlar o fogo na
pista (Foto: Bruno Lafaiete/TV Globo/WhatsApp)

Ainda de acordo com a representante do movimento, cerca de 700 famílias estão sem moradia e sem benefício. “Eles iam resolver no mês passado, mas não deram resposta até agora. Hoje, a gente colocou o povo na rua”, pontua. Na via, os manifestantes queimaram pneus e móveis velhos, mas o Corpo de Bombeiros foi acionado e já controlou o fogo.

Além dos Bombeiros, a PM também foi acionada no local. O G1 entrou em contato com a Secretaria Estadual de Habitação, que se comprometeu em enviar posicionamento sobre o caso ainda na manhã desta terça (30).

 

 

Desemprego fica em 11,6% no trimestre encerrado em julho  segundo o IBGE, número de desempregados subiu 37,4% sobre o mesmo trimestre de 2015.

População espera novas oportunidades no mercado de trabalho  (Foto: Reprodução/EPTV)
 Desemprego no trimestre encerrado em julho registrou a maior taxa desde 2012. (Foto: Reprodução/EPTV)

 

O desemprego ficou em 11,6% no trimestre encerrado em julho, segundo dados divulgados nesta terça-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Considerando todos os trimestres, a taxa é a maior da série histórica, que teve início em 2012.

No trimestre encerrado no mesmo período de 2015, o índice havia atingido 8,6% e no trimestre anterior, de fevereiro a abril deste ano, a taxa ficou em 11,2%.

DESEMPREGO NO TRIMESTRE
em %, pela Pnad
Fonte: IBGE

De maio a julho, a pesquisa estima que havia 11,8 milhões de pessoas desocupadas – o maior número desde o início da série. Na comparação com o mesmo trimestre de 2015, o aumento foi de 37,4%. Já em relação ao trimestre de fevereiro a abril de 2016, o contingente cresceu 3,8%.

Por outro lado, a população ocupada estimada ficou em 90,5 milhões. Diante do mesmo período de 2015, foi registrada uma queda 1,8% e frente aos três meses anteriores, houve estabilidade.

“A população ocupada voltou ao nível do primeiro trimestre de 2013…a mesma coisa aconteceu com o rendimento, que voltou ao patamar do primeiro trimestre de 2013”, disse Cimar Azeredo, coordenador de trabalho e rendimento do IBGE.

Desses trabalhadores empregados, 34,3 milhões tinham carteira assinada. Na comparação anual, o recuo é de 3,9% e na trimestral, não houve variação significativa, segundo o IBGE.

De acordo com o coordenador, o número de pessoas com carteira de trabalho voltou ao patamar do segundo trimestre de 2012. “Desde o segundo trimestre de 2012, esse é o menor contigente de pessoas trabalhando com carteira de trabalho assinada.”

Com o aumento do desemprego, caiu o rendimento médio dos trabalhadores, que ficou em R$ 1.985. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, a renda caiu 3% e sobre o período de fevereiro a abril, registrou estabilidade.

“Logo no início do processo recessivo, tivemos quadro de estabilidade de pessoas ocupadas porque você perdia empregos formais, e a informalidade dava conta de absorver esse contingente. Isso não está acontecendo mais. Consequência desse processo? Você vê redução na população ocupada. Você tem literalmente perda de postos de trabalho. Fazendo com que além daquelas pessoas que estavam buscando no mercado de trabalho por conta de terem sido afetadas indiretamente pela crise, você tem agora aqueles que foram afetados diretamente pela crise.”

Categorias de trabalhadores
O número de trabalhadores domésticos não mudou de um trimestre para o outro e ficou em 6,2 milhões. Já a quantidade de empregados no setor público (11,2 milhões) cresceu 1,4% em relação ao trimestre de fevereiro a abril de 2016. Sobre o mesmo período do ano anterior, o número ficou estável.

 

Jady Duarte sobre a noite com Usain Bolt: “Me fiz de difícil”

 

Jady Duarte, affair de Usain Bolt (VEJA)
Como começou o flerte com o maior velocista do mundo? Eu estava com amigos, curtindo a night num camarote, quando um segurança me convidou para o camarote dele.
Você foi? Não fui de primeira, né? Eu me fiz de difícil. Teve um momento em que ele levantou a camisa e as mulheres se atiraram. Não dei confiança. Quando estava indo embora, de táxi, Bolt me chamou. Entrei no táxi dele e fomos até a Vila Olímpica. Ele estava com mais dois amigos. Foram todos simpáticos e me trataram bem.
Foi fácil entrar na Vila Olímpica sem credencial? Sim. Entramos normal. Andamos um pouco e pegamos o transporte da Vila. Quando vi, estava no quarto com Bolt, ouvindo Work, da Rihanna. Coloquei até a camisa dele. Foi bom.
Como é o homem mais rápido do mundo na intimidade? Daria medalha de ouro. Ele merece. É gente boa. Se na corrida é rápido, naquele momento não foi tão rápido assim. Ficamos quase três horas no quarto. Saí de manhã. Ele pagou 100 euros pelo táxi de volta. Bolt foi gentil.
Seu relacionamento anterior foi com o traficante Diná Terror, morto em março? Diná não foi meu marido nem meu namorado. Conheci ele na balada, porque ele saía normal. Fui duas vezes na comunidade. Disseram que é pai dos meus dois filhos. O povo inventa. Meus filhos são muito branquinhos, pô. Falar que namorou, o.k. Mexer com meus filhos, não aceito. Deus que me perdoe.
O caso com Bolt expôs muito a sua vida pessoal. Vale a pena ter sua intimidade na boca do povo? Por um lado é bom, porque pode me proporcionar trabalhos e fotos. Por outro, tenho recebido muitas críticas. Dizem que não presto, que arrumei homem com namorada. Como é que eu ia saber que ele tinha namorada, gente? Bati boca com alguns. Tem uns chatos que disseram que eu não tinha vergonha do que fiz. Aí, respondi: “Vergonha de quê?”.
Sua vida mudou? Está bem tumultuada. Passei até mal quando vi que as fotos tinham se espalhado. Mandei as fotos só para um grupo de amigas de Campo Grande: “Meninas, só se vocês não acompanharam a Olimpíada não vão saber quem é”. Quando acordei, tinha foto em tudo que é lugar. Em Campo Grande, Realengo, Barra. Meu celular travou de tanta ligação. Minha mãe achou engraçado porque é fã dele. O meu filho mais velho viu na TV e pediu a foto, mas não dei.

Por Bruno Meier /http://veja.abril.com.br/ 

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