Neste domingo (07) pela primeira vez a Amazon Struthio, indústria que fabrica o óleo natural de avestruz, estará juntamente com o Dr.Hollywood e sua equipe de profissionais, realizando o XIV Seminário de Saúde Preventiva e Alimentação em Serra Talhada, no Sertão de Pernambuco.

O evento acontecerá na Câmara de Vereadores da cidade, a partir das 16h00. Além do Dr. Hollywood, o seminário também contará com as palestras de José Francisco, terapeuta natural e Laura Cardozo, nutricionista.

A credencial que dá acesso ao evento custa R$ 70 e as inscrições estão disponíveis pelo telefone: (87) 9 9927-2791.

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A filha caçula de Obama  trabalhando em restaurante dos EUA

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Ser filha do presidente dos Estados Unidos não impediu Sasha Obama de vivenciar uma experiência comum entre milhões de adolescentes de seu país a cada verão: a caçula de Barack Obama está trabalhando como caixa em um restaurante, informou nesta quinta-feira a imprensa americana.

Aos 15 anos, Sasha trocou as mordomias da Casa Branca pela correria de um restaurante de frutos do mar na região turística que sua família frequenta todo verão, a exclusiva ilha de Martha’s Vineyard, em Massachusetts. Sua incumbência no “Nancy’s”, um dos lugares favoritos dos Obama na ilha, é cuidar do caixa no guichê onde os clientes pedem comida para viagem, além de limpar as mesas e preparar o restaurante para a abertura na hora do almoço, segundo o jornal Boston Herald.

A Casa Branca não emitiu comentários a respeito e tudo indica que a adolescente tentou passar despercebida em seu novo trabalho, usando o boné do restaurante e não se identificando pelo apelido conhecido, mas sim pelo nome, Natasha.

No entanto, o contingente de agentes do Serviço Secreto que acompanha a família Obama 24 horas por dia chamou a atenção dos funcionários e dos frequentadores, até que finalmente o Boston Herald publicou que se tratava de Sasha. “Estávamos nos perguntando por que havia seis pessoas ajudando esta menina, mas depois nos demos conta de quem era”, declarou um garçom do restaurante ao jornal.

A primeira-dama americana, Michelle Obama, fala frequentemente sobre seus esforços para que suas filhas tivessem infância e adolescência normais, o que pode explicar o trabalho de verão de Sasha, que contrasta totalmente com sua privilegiada vida na mansão presidencial.

A experiência atrás do balcão já tem data para acabar: segundo o Herald, a jovem deixará o trabalho quando sua família chegar este sábado a Martha’s Vineyard para passar duas semanas de férias.

Serra Talhada já bate Petrolina, Salgueiro, Araripina e Garanhuns em contratações temporárias, diz Sebastião

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Odeputado Sebastião Oliveira (PR) traçou um grave diagnóstico das contas da Prefeitura de Serra Talhada. O republicano contratou uma equipe de auditoria para levantar os principais dados relativos ao governo do prefeito Luciano Duque (PT) nos últimos anos e revelou que vem descobrindo uma ‘verdadeira farra nas contratações com dinheiro público’. O secretário estadual de Transportes fez uma comparação com os números de outras prefeituras e constatou que os gastos apenas com cargos comissionados e temporários em 2015 na gestão Duque ultrapassaram os R$ 16 milhões, custos que bateram os de prefeituras maiores, como Petrolina e Garanhuns. 

“Eu estou aqui com a base do que ele (Luciano Duque) pagou de comissionados em 2015, que é três vezes mais o que Araripina pagou, que tem o mesmo tamanho de Serra Talhada. Se ele pagasse comissionado do jeito que paga Araripina, sobrava R$ 10 milhões e dava para comprar farda de criança, botar a UPA 24h para funcionar, o Samu… Ele (Duque) gastou com contratação por tempo determinado – que são os contratados e terceirizados – cerca de R$ 16.473.317. Araripina gastou R$ 5.856.435. Não é à toa que ele (Duque) mantém uma base de 11 vereadores e faz cooptações todo dia à base do dinheiro público, o dinheiro do hospital municipal, de tirar o lixão das margens da PE-390, de fazer um aterro sanitário, de melhorar a qualidade da merenda, de construir uma escola de referência no bairro Bom Jesus e no Ipsep e é isso que a população precisa entender e vamos demonstrar. Não é nenhuma crítica pessoal a ele, estamos baseados em números”, alertou Sebastião Oliveira, detalhando mais números:

“Salgueiro gasta com contratados R$ 4,5 milhões, mas Serra Talhada gasta R$ 16 milhões. Vamos ver Petrolina: tem 332 mil habitantes e gasta menos que Serra Talhada, R$ 15,8 milhões. E Serra Talhada tem R$ 16 milhões de contratados por ano em 2015. Nós estamos contratando um grupo para fazer auditoria, viu seu prefeito? Para o senhor justamente não poder mentir aqui, porque a gente vai provar com números. Garanhuns tem 141 mil habitantes e gastou em 2015 R$ 7,5 milhões de cargos comissionados e Serra Talhada gastou R$ 16 milhões. Então, está explicado também porque tem fornecedor atrasado, porque a qualidade da merenda diminui, porque enquanto o Pajeú todo cresce no IDEB e Serra Talhada vai na direção contrária, porque não tem custeio para gente qualificada, mas tem custeio para a mamata do papai e ele mesmo disse: é pressão! O papai chegou! Que pai é esse? Mas o PR quer botar a roda para girar do contrário, tirar dos tubarões e barões e botar para moer para os que mais precisam”.

Por Farol de notícias

Temer é vaiado durante abertura da Olimpíada no Rio

 

O presidente em exercício, Michel Temer, foi vaiado durante a cerimônia de abertura da Olimpíada, na noite desta sexta-feira (5), no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Na parte final da cerimônia, sob muitas vaias e poucos aplausos, Temer assumiu o microfone e falou a frase que abre oficialmente os jogos.
 
No início do evento, ele não havia sido anunciado. Pelo protocolo, o nome do presidente do país-sede é anunciado junto com o do presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), mas apenas Thomas Bach foi anunciado antes do hino nacional.
 
A assessoria de Temer afirmou que o presidente em exercício não pediu à organização para não ser anunciado, e que todo o formato da cerimônia foi definido pelo COI. Inicialmente, havia a informação de que Temer tinha pedido para não ter o nome anunciado.
 
Segundo o “O Globo”, no guia de mídia entregue aos jornalistas antes do evento,estava prevista a “apresentação dos presidentes” do COI e do Brasil, mas Temer ficou de fora do anúncio. Na semana passada,ele disse estar “preparadíssimo” para receber vaias na cerimônia de abertura.
 
Durante o dia, ocorreu em Copacabana um protesto que pedia a saída de Temer e a volta da presidente afastada Dilma Rousseff. Por causa da manifestação, o trajeto da tocha olímpica precisou ser alterado.

Morre no Rio o cirurgião plástico Ivo Pitanguy

 

Foto: Divulgação
 
Morreu neste sábado (06), aos 93 anos, o cirurgião plástico Ivo Pitanguy. Ele teve uma parada cardíaca, segundo sua assessoria e morreu em casa no Rio de Janeiro. O médico esteve internado até meados de junho no Hospital Samaritano para tratar de uma infecção causada durante a troca de um cateter.
 
O velório deve acontecer no Memorial do Carmo, a partir das 13h deste domingo (7), seguido pela cerimônia de cremação, prevista para as 18h, ambos reservados à família e amigos próximos. Pitanguy deixa a mulher, Marilu, quatro filhos e cinco netos e era considerado o maior cirurgião plástico do país e um dos maiores do mundo.

Brasil encanta o mundo na abertura das Olimpíadas do Rio2016

Foto: Getty Images

 

A noite da Cerimônia de Abertura da 31.ª Olimpíada vai ficar marcada na memória dos brasileiros e na memória dos jogos olímpicos. Uma cerimônia marcada pela emoção e que contagiou o Brasil e o mundo pela diversidade, alegria, colorido, música e um pedido de paz, tolerância e respeito ao meio ambiente. Uma noite em que o brasileiro voltou a ter orgulho do seu país, e que nos fez refletir sobre o país que queremos. 
 
As luzes se apagam. O Rio de Janeiro continua lindo, diz a música de Gilberto Gil, e “aquele abraço” é enviado ao mundo. No telão, cenas da cidade olímpica são levadas a mais de três bilhões de pessoas no mundo. Voltam as luzes. A arte geométrica de Athos Bulcão é a inspiração para o início da cerimônia: 250 folhas de papel metálico ganham movimento manipuladas por mil pessoas, ao som de “Samba de Verão”, na versão de Marcos Valle. As peças viram grandes almofadas que são agitadas, preparando a contagem regressiva. A batucada invade o estádio. O público vibra junto.
 
O símbolo da paz que é projetado no palco. Reinventado, ele se transforma em uma árvore e leva uma das principais mensagens da cerimônia: a nossa paz com o planeta.
 
A música popular brasileira assume o comando da cerimônia: acompanhado por pequena orquestra, Paulinho da Viola é canta divinamente o hino nacional e emociona o público do estádio e de casa.
 
Foto: Roberto Castro/ brasil2016.gov.br
 
Origem e urbanização
 
Em uma imensa projeção, micro-organismos se movimentam. É a representação do início da vida. Do cinza, aos poucos passa-se para o verde das florestas. O efeito da chuva e dos pássaros fica por conta do público. Borboletas amarelas moldam um gigante, anunciando a vinda dos indígenas ao palco, e ocas gigantes são formadas com o uso de elásticos. Complementado pela a projeção de luzes, o cenário arranca aplausos.
 
Mas os índios não ficam sozinhos por muito tempo. Caravelas se aproximam: são os europeus chegando. Os africanos que se tornaram escravos por tantos anos no país também ganham lugar na cena. Aos poucos, a floresta vai dando lugar a plantações de cana. Entram ainda árabes e orientais e a mistura de raças se coloca na cerimônia.
 
A criação das cidades ocorre com mistura de projeção 3D e coreografia. A altura dos prédios é desafiada por acrobatas no palco. Mas quem enfrentou mesmo as alturas na história brasileira e mundial foi Santos Dumont: seu famoso 14 Bis surge no palco, formado pelas leves caixas de pano e bambu, que antes simbolizavam prédios. Uma versão instrumentalizada de “Construção” de Chico Buarque toma conta do estádio. De forma surpreendente, o avião de pano levanta voo. Outra melodia conhecida surge para acompanhar o passeio noturno do 14Bis pela cidade olímpica: o “Samba do Avião”, de Tom Jobim.
 
Do Rio para o mundo
                                                                                        Foto: Roberto Castro/ brasil2016.gov.br
 

Desde Helô Pinheiro, muitas foram as Garotas de Ipanema. No espetáculo, a canção entrou com os passos de Gisele Bundchen No piano, Daniel Jobim, neto de Tom, dá ainda mais charme ao momento. E a modelo não só desfila no centro do Maracanã para o mundo. Seu rastro recria os traços de Oscar Niemeyer e vemos, no palco, obras como a Catedral de Brasília. Nas arquibancadas, as palmas acompanham a estrela.
Vozes diversas

Surgem as batidas do funk e, em um lado do estádio, entra Ludmilla para cantar uma letra que há 20 anos começou nos morros e invadiu a cidade: o rap da felicidade. “Eu só quero é ser feliz, andar tranquilamente na cidade onde eu nasci”, reforça a cantora.

No outro extremo do Maracanã, surge Elza Soares com o “Canto de Ossanha”, de Baden Powell e Vinícius de Moraes, fazendo referência ao candomblé e ao som das religiões afro-brasileiras.

De Elza, o passeio pela diversidade da música brasileira chega a Zeca Pagodinho e Marceo D2, juntos e misturados. O que se vê na sequência é uma à contribuição dos negros à cultura brasileira e uma mensagem de empoderamento feminino, por meio das vozes de duas rappers: Karol Conka e MC Soffia . A capoeira também entra em campo.

Disputas e cores

Neste momento, um tema mundial ganha destaque: a necessidade de tolerância. Um grupo de Maracatu e um de Bate-Bolas dividem o palco. A princípio separados, logo se mesclam, formando um mosaico colorido. O estádio treme. Regina Casé reforça a mensagem de paz ao estádio. Jorge Bem Jor relembra ao mundo o “País Tropical”. De Madureira, vem o Baile Charme inspirando 1.500 bailarinos. O público levanta-se e entra no clima. O finalzinho foi no canto a capela, num momento em que foi difícil segurar os arrepios.

Desfile dos atletas
 
Yane Marques porta Bandeira
 
Como de praxe, a Grécia, palco dos primeiros Jogos da história, abre o desfile dos atletas. Na sequência, entram os países em ordem alfabética, considerando o idioma do país-sede, que fica para o final. Para a colocação das mudinhas durante a cerimônia, foram criadas estruturas espelhadas que se movimentam pelo estádio. 
 
Reforçando a mensagem de diversidade, cinco transexuais estão entre os voluntários que trazem, em bicicletas, as placas com a indicação de 206 países, mais o inédito time de refugiados e a equipe de atletas olímpicos independentes, que disputarão os Jogos pela bandeira do COI. Coube a Lea T guiar o time da casa.
 
Canadá, Chile, Espanha – tendo Rafael Nadal à frente-, Estados Unidos – com Michael Phelps de porta-bandeira -, Itália, Japão, México, Palestina e Portugal foram algumas das nações mais aplaudidas. Destaque também para a entrada do time olímpico de refugiados, ovacionado pelo público. Mas nada que se compare à vibração do momento em que foi anunciado o país-sede, ao som de “Aquarela do Brasil”. A pernambucana Yane Marques entrou transbordando de alegria e frevando agitando a bandeira do Brasil.
 
As estruturas espelhadas e giratórias, já com as mudinhas, transformaram-se em árvores, estas deram origem aos cinco aros olímpicos, todos verdes. Milhões de papéis verdinhos se espalham pelo estádio
 
Gran finale e a pira
 
Wilson das Neves traz o samba para o espetáculo e relembra nomes consagrados do ritmo, enquanto uma criança de oito anos mostra que sabe desde cedo sambar. Gilberto Gil, Caetano Veloso e Anitta comandam “Sandália de Prata”, de Ary Barroso, e representantes das doze escolas de samba do grupo especial se espalham pelo estádio. A bateria que ecoou no Maracanã dispensa palavras: é uma velha conhecida do mundo por meio do carnaval.
 
Foto: Getty Images
 
A chama olímpica é anunciada. Palmas esperam Gustavo Kuerten. Com um sorriso imenso, Guga adentra o estádio. Dá uma parada, mostra o fogo ao estádio, emociona-se. É aplaudido até o momento em que Hortência recebe a chama. A rainha do basquete prossegue, o suspense aumenta. 
 
                                                                                                           Foto: Getty Images
 
No canto do estádio, está Vanderlei Cordeiro de Lima. Ele é o último, o que sobe as escadas. Ainda dá uma paradinha. Sorri. Acende a pira olímpica, que é elevada. Por trás dela, surge uma giratória escultura de Anthony Howe, para encerrar a cerimônia com chave de ouro – o mesmo que Vanderlei merecia em Atenas 2004 e ficou para um outro momento da história. Talvez transformado no brilho da chama que agora estará acesa no centro do Rio de Janeiro, em frente à Igreja da Candelária, enquanto os Jogos durarem.
 
Informações: Rio 2016

 

 

 

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