Manifestantes se reúnem no largo da Batata, na zona oeste de SP, antes de passeata contra o presidente interino, Michel Temer

Cerca de 600 pessoas estão concentradas para protestar contra o governo do presidente interino Michel Temer no largo da Batata, zona oeste de São Paulo, segundo a estimativa de policiais militares. A manifestação deste domingo (22) é organizada pela Frente Povo Sem Medo, que reúne entidades ligadas a movimentos de esquerda. O grupo planeja fazer uma passeata até a casa de Temer, no bairro de Alto de Pinheiros. O presidente interino, porém, deve embarcar nas próximas horas para Brasília.

Segundo a PM, a previsão é que o ato percorra a Avenida Brigadeiro Faria Lima, a Avenida Pedroso de Morais, a Avenida Professor Fonseca Rodrigues e a Praça Pero Vaz de Caminha. Para evitar problemas, a Polícia Militar bloqueou os acessos à residência. De acordo com os policiais, os bloqueios criaram uma área de segurança nacional. Cada uma das quatro barreiras está localizada a cerca de 300 metros da casa de Temer e somente moradores do local podem passar, após checagem da polícia.

O engenheiro Pedro Ronca, 37, tentou chegar de bicicleta à Praça Norma G. Arruda, próxima ao local, com seus filhos de 1 e 4 anos, mas não foi autorizado a passar pelo bloqueio. Ele é morador de uma rua próxima à casa de Temer. “Trouxe meus filhos para brincar na praça, não sabia da interdição. É esquisito, agora deve ficar assim todo fim de semana”, disse o engenheiro. O local virou ponto de vários atos contra o presidente interino nas últimas semanas.

Serra é alvo de protesto com bolinhas de papel na Argentina

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O chanceler brasileiro, José Serra (PSDB-SP), foi recebido por 35 manifestantes com bolinhas de papel jornal ao chegar à embaixada brasileira, na noite deste domingo (22), em sua primeira viagem oficial no comando do Itamaraty. Os participantes do protesto em Buenos Aires contra o processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff lembravam um episódio da campanha presidencial de 2010, quando em outubro o candidato tucano relatou uma agressão após ser atingido por um papel na cabeça durante uma caminhada no Rio.

Os manifestantes contrários ao impeachment não conseguiram ver nitidamente Serra em sua chegada à embaixada, por volta das 20 horas. Três carros oficiais com vidro escuro entraram no edifício por portões diferentes. Os ativistas se dividiram e arremessaram os papéis contra todos os veículos. Eles chamaram o ministro de golpista e colaram na região cartazes com o rosto dele sobre a inscrição “procurado”. “Também não aceitamos o rápido reconhecimento dado pelo governo argentino a Michel Temer”, disse uma das organizadoras do ato, a tradutora Isabela Gaia. 

Às 21 horas, sob 13ºC, o grupo formado por jovens apagou o megafone com que pedia a destituição de Temer, guardou pandeiros e chocalhos e recolheu as bolinhas do chão, feitas com folhas do jornal Le Monde Diplomatique, em sua versão em espanhol. Elas foram jogadas também contra o muro da embaixada, na qual Serra se hospedará. Os manifestantes se dispersaram sob vigilância de 20 policiais federais e prometeram seguir o ministro com uma mobilização maior nesta segunda-feira (23). Eles pretendiam ter o reforço do grupo kirchnerista La Cámpora e outros movimentos peronistas opositores a Macri.

Serra será recebido de manhã pela chanceler Susana Malcorra, na sede da diplomacia argentina, o Palácio San Martín. Entre as diretrizes da nova política externa, anunciadas em sua posse na semana passada, Serra colocou a relação com a Argentina. Crítico do que considera um entrave do Mercosul a acordos bilaterais com outros países, citou “referência semelhantes, para reorganização da política e da economia” ao referir-se ao governo de Macri, eleito no ano passado por uma coalizão de centro-direita. Serra salientou sua intenção de defender uma política externa despartidarizada. O chanceler brasileiro se encontrará ainda com o ministro da Fazenda, Alfonso Prat-Gay, e fará uma visita de cortesia ao presidente Macri.

Atualizado em 23/05/16 às 04h15

 

Governo suspende novas vagas para Pronatec e Fies

 

Estado de S.Paulo

Uma das vitrines da área social da gestão petista, programas de incentivo à educação e à profissionalização – como Pronatec, ProUni e Fies – não devem abrir novas vagas neste ano. São efeitos imediatos das medidas de contingenciamento previstas para o Ministério da Educação na gestão do presidente em exercício Michel Temer. A revisão é parte do que no novo governo se chama de “herança maldita” da administração da presidente afastada Dilma Rousseff.

Apesar de em alguns períodos da era petista ser comandada por ministros de outros partidos, o Ministério da Educação sempre foi controlado pelo PT. Dentre os titulares que estiveram à frente da área, estão os petistas Tarso Genro, Aloizio Mercadante e o atual prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

Interlocutores do novo ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), disseram ao Estado que ele pretende honrar até o fim as vagas que já foram contratadas, mas a perspectiva de abrir novas inscrições é apenas para o ano que vem – com otimismo, para os últimos meses de 2016. O novo governo assumiu o compromisso de dar continuidade aos programas educativos iniciados ou fortalecidos na Era PT, mas considera que tem um desafio ao que afirma ser um dos legados deixados por seus antecessores: o orçamento do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), conforme apurou o Estado, já estaria zerado para este ano, a mais de sete meses do fim.

A decisão de abrir ou não novas vagas – e, se sim, quantas – para Pronatec, Fies e ProUni depende exclusivamente de um balanço financeiro que deverá ser realizado pelo ministro. Novos gestores do MEC têm afirmado que a pasta tem “musculatura” para administrar grandes projetos, mas esse potencial estaria sendo mal aproveitado.

Um dos pilares do slogan Pátria Educadora, escolhido para o segundo mandato de Dilma, é o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), em que o governo financia o estudo de alunos de baixa renda em universidades particulares, “emprestando” dinheiro que, após a formatura, é devolvido pelos beneficiados.

No ano passado, 2 milhões de estudantes estavam matriculados em instituições privadas graças ao programa, no qual foram investidos R$ 17,8 bilhões.

Um ponto, contudo, preocupa o ministro, conforme seus interlocutores: a taxa bancária anual que o MEC paga às instituições para a administração do programa, hoje na casa do R$ 1,3 bilhão. Mendonça Filho não estaria disposto a manter esse gasto para o ano que vem – e tem dito aos colegas que pretende “renegociar” o valor, com a intenção de reverter parte dele para outros programas em 2017.

BOLSAS

Adolescente de 15 anos morre afogado em São José do Egito

 

 

O estudante Lucas Robério (Lucas Marques), de apenas 15 anos, morreu afogado na manhã deste domingo (22). O afogamento aconteceu no Sítio Impueira, que fica há 13 quilômetros da zona urbana.
 
O corpo foi resgatado por moradores da comunidade e a ocorrência foi registrada por volta das 11h. De acordo com a Polícia Militar, a vítima não estava alcoolizada e sabia nadar. O corpo foi levado para o Hospital Maria Rafael de Siqueira.
 

Lucas estudava 9º (nono) ano na Escola Municipal Naná Patriota, resida no bairro Ipiranga e seu corpo será enterrado nesta segunda-feira (23) em São José do Egito.
 

A Escola Nana Patriota decretou luto e anunciou em Rede Social que amanhã,dia 23 não haverá aulas, apenas o 9º ano, em que Lucas Robério estudava, vai acompanhar o velório.O sepultamento vai ser as 9 da manhã.

 

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