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O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas (IFAL) lançou dois editais, já publicados no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (13), sobre concursos públicos para a admissão de servidores na instituição em diversos campi do estado. Do total de vagas abertas, segundo os documentos, 10% serão destinadas para as pessoas com deficiência e 20% para os candidatos negros ou pardos.

De acordo com a Comissão Permanente do Vestibular (Copeve), da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), as oportunidades são para candidatos de todos os níveis de ensino e os salários serão entre R$ 1.739,04 e R$ 3.666,54, mais auxílio-alimentação no valor de R$ 458. Os editais de nº 59 e 60/2016 somam 185 vagas na carreira técnico administrativa em educação para atuação em diversas áreas da instituição. Os candidatos já podem se inscrever no certame pela internet, no endereço www.copeve.ufal.br/sistema, a partir das 20h de hoje até ás 23h59min do dia 12 de junho. As taxas variam entre R$ 50 e R$ 90. Confira aqui os editais:

EDITAL 59/2016 – NÍVEL MÉDIO

EDITAL 60/2016 – FUNDAMENTAL E SUPERIOR

QUADRO DE VAGAS OFERTADAS

A seleção terá provas aplicadas em dias distintos. Para os cargos do edital nº 59/2016, os exames ocorrerão no dia 25 de setembro. Para cargos do edital 60/2016, as provas estão marcadas para o dia 23 de outubro. Os locais serão divulgados pela comissão organizadora com uma semana de antecedência. Os concursos, conforme as regras, terão validade de dois anos, podendo serem prorrogados uma vez, por igual período.

O edital nº 59/2016 soma, ao todo, 108 vagas para ingresso nos cargos de assistente de aluno, assistente em administração, técnico de laboratório as áreas de agroecologia, agroindústria, agropecuária, aquicultura, edificações, eletroeletrônica, eletrônica, eletrotécnica, física, hospedagem, informática, mecânica, meio ambiente, química, segurança do trabalho e soldagem, técnico de tecnologia da informação, técnico em contabilidade, técnico em edificações/construção civil, técnico em eletrotécnica, técnico em enfermagem e técnico em segurança do trabalho.

Já o edital 60/2016 conta com 77 vagas para cargos de administrador, analista de tecnologia da informação, arquivista, auditor, bibliotecário/documentalista, economista, enfermeiro, jornalista, nutricionista, pedagogo, programador visual, técnico em assuntos educacionais, auxiliar de biblioteca e auxiliar em administração.

 

Henrique Meirelles defende nova idade mínima para aposentadoria

 

Estadão conteúdo

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Na primeira entrevista no cargo, o novo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, informou nesta sexta-feira (13) que a reforma do sistema previdenciário é fundamental para assegurar as aposentadorias no futuro. Ele defendeu a adoção de uma nova idade mínima para a aposentação e uma regra de transição com prazo equilibrado.

“Não prometemos valores que não podem ser cumpridos. Despesas públicas são sempre pagas pela população, e a Previdência também”, disse Meirelles.

O novo ministro adiantou que o governo interino de Michel Temer defenderá uma nova idade mínima de aposentadoria, mas ainda estuda qual será a regra de transição que será proposta para o novo sistema.

“O caminho está claro: idade mínima com regra de transição. E essa transição não pode ser nem muito longa e nem muito curta”, acrescentou. “Quem está contribuindo no futuro vai receber aposentaria como deveria. Com o crescimento da população e da idade média dos brasileiros, o crescimento da Previdência é insustentável no longo prazo, precisamos controlar isso”, argumentou.

O ministro lembrou que já há uma discussão extensa sobre o assunto, sem citar, no entanto, o Fórum da Previdência criado no ano passado pelo governo da presidente afastada Dilma Rousseff. “Não se trata de uma novidade, o que precisamos agora é de uma determinação do governo”, completou.

A primeira medida econômica da sua gestão será implementar um sistema de controle dos gastos que impeça o crescimento real (acima da inflação) das despesas públicas. Ele classificou esse sistema de “nominalismo”. Ele defendeu o corte de gastos e o fim dos privilégios com recursos públicos.

“Vamos estabelecer o nominalismo. As despesas terão que ser mantidas em termos nominais”, afirmou em entrevista ao programa Bom Dia Brasil da TV Globo.

Meirelles admitiu que o rombo nas contas públicas em 2016 será maior do que o déficit de R$ 96,6 bilhões previsto pela equipe econômica de Dilma Rousseff. Mas ponderou que o quadro atual exige transparência em relação aos números do governo.

“O mais importante para o Brasil é de que comecemos a dizer a verdade e a ser claros. Temos que mostrar o que está acontecendo”, afirmou Meirelles, que apesar do quadro de dificuldade procurou transmitir confiança na economia.

O ministro descartou o anúncio de medidas nesta sexta. Ele informou que a sua equipe já começou uma levantamento dos dados do governo para tomar as medidas com segurança e clareza. Ele disse, porém, que o anuncio será feito num “prazo relativamente breve”.

“Vamos fazer com calma para que as medidas sejam eficazes para a retomada do crescimento”, afirmou.

Ex-presidente do Banco Central no governo Lula, Meirelles reconheceu que houve “melhorias grandes” naquela gestão, mas ressaltou que nos últimos anos – referindo-se ao governo da presidente afastada Dilma Rousseff – o desemprego aumentou e disse que isso precisa ser enfrentado.

“Outro problema é crescimento da dívida pública. A situação é grave.

Mais um homicídio registrado em Serra Talhada

 

752b59e6-93e8-4e2c-8b08-0e35c18bd079Na manhã desta sexta-feira (13), um motorista identificado como Ângelo Henrique Godofredo Lukwu, 26 anos, conhecido como “Rodela”, foi assassinado em Serra Talhada.

Segundo o blog Nayn Neto, o crime aconteceu na Avenida Afonso Magalhães, no bairro São Cristóvão.

Segundo populares, o fato aconteceu por volta das 06h30, quando dois homens não identificados, em uma motocicleta Honda Fan, cor preta, placa não anotada, se aproximaram da vítima, a qual também seguia pela via em sua motocicleta, quando os algozes, emparelharam com a veículo da vítima e efetuaram disparos de arma de fogo contra a mesma, a qual fora atingida duas vezes, uma no tórax e outro na perna.

A vítima ainda conseguiu pilotar por alguns metros, vindo a cair em seguida. Os meliantes se evadiram, após a prática do crime.

Ele ainda foi socorrida ao Hospital Regional de Serra Talhada, onde não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. É o homicídio número 15 registrado na cidade

 

Morte prematura do irmão JOAZ entristece meio evangélico

 

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Joaz ao lado de sua esposa Cleonice

A morte prematura do comerciante JOAZ surpreendeu e entristeceu a classe evangélica na cidade de Afogados da Ingazeira. Joaz, de 51 anos, morreu na noite de quarta-feira (11), na Capital Pernambucana. Seu sepultamento aconteceu nesta quinta-feira, 12 de maio. O comerciante era presbítero da Igreja Presbiteriana do Brasil, uma verdadeiro homem de Deus. É uma perda lamentada pelos cristãos. Joaz deixa a esposa Cleonice e dois filhos.

Placar folgado não garante lua-de-mel a Temer

 

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Os partidários do impeachment precisavam de maioria simples dos votos — 39 dos 77 votantes — para afastar Dilma da Presidência da República por até seis meses. Levaram ao painel eletrônico do Senado 55 votos, um além dos 54 exigidos para interromper o mandato da presidente definitivamente, na fase do julgamento. O placar folgado potencializa o esfarelamento do governo petista. Mas não facilita a vida do substituto Michel Temer.

Temer não terá os cem dias de tolerância a que todo novo governo tem direito, segundo uma lei não escrita mas geralmente respeitada na política. A deferência lhe será negada por duas azões: 1) seu governo não é novo. Além de ser sócio do fiasco petista, o PMDB manteve no primeiro escalão o mesmo centrão partidário que vendeu sua fidelidade a Lula e Dilma nos últimos 13 anos; 2) Temer chega ao Planalto sem votos e com uma crise econômica por debelar. Precisa mostrar resultados rapidamente.

Temer é tão impopular quanto Dilma. Segundo o Datafolha mais recente, 60% dos brasileiros queriam que ambos fossem impedidos. Para assegurar apoio congressual, o agora presidente em exercício compôs um ministério convencional e loteado. Mas terá de obter alguma simpatia do asfalto para evitar que os supostos aliados o traiam, como fizeram com Dilma. Não será simples. A crise econômica exige a adoção de medidas impopulares. São duras de roer e demoram a surtir efeito. E não há popularidade sem prosperidade. No caso de Temer, a lua-de-mel começa com um curto-circuito na suíte nupcial.

 

 

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