Quatro auxiliares do socialista pretendem voltar a Câmara Federal para participarem do processo de votação do impeachment contra Dilma (Foto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco)

O governador Paulo Câmara (PSB) admitiu que ainda não conversou com seus secretários que pediram para voltarem aos cargos de deputados federais e participarem do processo de votação de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff (PT). Em entrevista à imprensa, nesta quarta-feira (30), no Palácio do Campo das Princesas, o socialista afirmou que a decisão sobre a saída dos seus auxiliares é precipitada.
Os quatro secretários que foram eleitos para Câmara Federal e que trabalham no governo estadual são André de Paula (Cidades), Danilo Cabral (Planejamento e Gestão), Felipe Carreras (Turismo), e Sebastião Oliveira (Transportes).
“Acho que foi um pouco precipitado porque ainda tem um tempo para se decidir isso. Se houver mesmo à vontade deles, eles foram eleitos pelo povo, tem o direito de pleitear isso. Mais para frente à gente decide”, disse o gestor.
O Chefe do Executivo Estadual afirmou que a questão “é um ponto pequeno” diante da crise que assola Pernambuco e o País.
“Eu estou com tanta questão para definir, tanta questão para avançar, que acho que isso é um ponto pequeno em relação a todo o momento em que o país passa, que Pernambuco passa”, finalizou.

 

Análise de grampos de Lula ficam com STF, decidem ministros

 

 

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A maioria dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) já votou pela remessa ao Supremo dos procedimentos relacionados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em que ocorreram interceptações telefônicas autorizadas. As gravações foram feitas no âmbito da Operação Lava Jato e autorizadas pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba. A data do julgamento do mérito da questão ainda não foi marcada.

Apesar de acompanhar o voto do relator Teori Zavascki de que o STF é competente para julgar se os grampos envolvendo a presidente Dilma e o ex-presidente Lula devem ficar no Supremo, o ministro Edson Fachin questiona se todos os processos ligados às gravações devem fazer parte da análise, antecipando sua opinião pelo desmembramento do processo quando for julgado o mérito. Assim como Fachin, o ministro Marco Aurélio Mello defende o desmembramento dos processos sobre o grampo, mesmo que o julgamento de hoje ainda não esteja avaliado o mérito.

O ministro do STF Teori Zavascki, relator do processo e autor da liminar que determinou a remessa dos processos dos grampos ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Supremo, critica a forma “imediata” como as conversas foram divulgadas, inclusive, sem contraditório.

Ele adianta que vê como questionável a legalidade do próprio grampo entre Lula e a presidente Dilma Rousseff, já que o juiz Sergio Moro havia encerrado a interceptação, apesar de não ser o objeto a ser julgado hoje. Teori defende que o Supremo tem que julgar a instância onde devem ser analisados os grampos, porque, entre outros pontos, há citação de integrantes da Corte como a ministra Rosa Weber. O ministro elogiou a “eminente magistrada conhecida por sua honradez e retidão”.

Justiça manda PSB indenizar morador de casa atingida por avião de Eduardo Campos

 

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A 4ª Vara Cível da Comarca de Santos determinou que o PSB (Partido Socialista Brasileiro) e dois empresários deverão pagar uma indenização de R$ 7.500 por danos materiais ao proprietário do imóvel atingido na queda do avião em que estava o então candidato à presidência da República, Eduardo Campos, em agosto de 2014. Outras seis pessoas morreram no acidente.

De acordo com a sentença proferida na quarta-feira (30) pelo juiz Frederico dos Santos Messias ficou claro que os empresários detinham a posse e a exploração do avião mesmo que indiretamente, por serem responsáveis pela tripulação, pelo pagamento de seus salários e da hospedagem do comandante e copiloto durante as viagens de campanha.

“Já o partido detinha a exploração direta, pois o jato foi cedido para uso exclusivo da campanha. Ainda que se admita que a utilização do avião tenha sido oferecida de forma gratuita, através de doação de horas de voo, por certo que a aeronave era utilizada exclusivamente pelo PSB, que determinava a agenda de viagens e tinha alguma ingerência sobre a tripulação”, diz a decisão.

 

A ação inicial pedia o pagamento de R$ 15 mil em indenização, referentes aos danos causados ao imóvel e eletrodomésticos. Como o autor da ação é proprietário de metade do imóvel o juiz considerou que ele tenha direito a metade da indenização. Os réus ainda podem recorrer da decisão e o PSB disse que não vai se manifestar sobre o assunto, por enquanto.

 

 

 

Vicentinho prevê eleição muito difícil para candidatos ao Legislativo e profetiza que dos governistas, “uns três vão dançar”

 

 

 

Por André Luis

 

No Debate das Dez da Rádio Pajeú desta quinta-feira (31), o vereador Vicente Ferreira Zuza (Vicentinho), falou sobre o seu futuro político, sobre os trabalhos da Câmara, dos preparativos para as próximas eleições e também  sobre o comentário do blogueiro Júnior Finfa, que participando de um debate entre blogueiros, disse ter tido a informação de que Vicentinho seria um dos vereadores que não iriam se candidatar a reeleição, a partir de interpretação de fala do próprio vereador.

O vereador disse que foi muito questionado a partir da informação, mas que ao ficar sabendo ligou para o blogueiro afirmando que a informação não procedia. “Ele não teve a intenção de me prejudicar e nem eu me senti prejudicado. Acho que isso até ajuda, quando você é falado é lembrado e muita gente começou a me ligar. Tudo não passou de um mal entendido, com o disse me disse por ai, levou Finfa a chegar a essa conclusão”.

Vicentinho confirmou a sua candidatura a reeleição e disse que não poderia pegar uma história política de quatro eleições disputadas, e deixar em vão. “Acho que quem tem que decidir se eu permaneço na Câmara, ou não tem que ser os eleitores”.

Falando sobre as dificuldades que serão enfrentadas nas eleições deste ano, Vicentinho disse que todos os treze vereadores terão dificuldades em se reeleger. “Essas eleições serão diferente das outras, eu acho que essa ilusão de vereadores que estão naquela expectativa de dar estouro de votos não vai ser assim. Eu vou trabalhar com o pensamento de me eleger, agora essa questão de esbanjar apoio em votação. As eleições estão mudando”, disse.

Falando sobre a sua ida para o grupo de oposição do município, Vicentinho disse que os vereadores do bloco terão grandes dificuldades, mas que os da base governista também terão. Disse ainda que os nove vereadores que fazem parte da Frente Popular, não vão conseguir se reeleger todos. “Acho que uns três vão dançar”.

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