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O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse nesta quinta-feira (14) que o novo piso salarial dos professores terá aumento de 11,36% em 2016. O piso salarial passa de R$ 1.917,78 para R$ 2.135,64.

O valor vale para docentes com formação de nível médio com atuação em escolas públicas com 40 horas de trabalho semanais. Segundo Mercandate, ele passa a valer a partir de janeiro, mas há estados com acordos setoriais que adiam o início da data de validade do novo piso.

Conforme a legislação vigente, a correção do piso reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

O ministro destacou que, entre 2009 e 2015, o crescimento real para o piso de 46% além da inflação. “Seguramente foi um dos melhores crescimentos salariais para todas as categorias”, disse.

Mercadante reconheceu que o ministério recebeu manifestações de governadores e prefeitos preocupados com o impacto do índice de reajuste nas contas, alegando que receitas dos estados e dos municípios não tem crescido no mesmo ritmo.

“Isso tem gerado fortes conflitos sindicais, greves prolongadas e disputas judiciais. Evidentemente não contribui para a qualidade da educação no Brasil”, alertou.
O ministro afirmou que o MEC faz um apelo para negociação entre sindicatos e gestores nos estados e cidades em que há alegada impossibilidade de pagar o novo piso. “Não é com greve prolongada que a gente melhora a educação”, disse Mercadante.

Desde o ano passado, o MEC criou um fórum para debater novas propostas feitas por administradores para regulamentar o aumento. “Essas propostas não conseguiram sensibilizar os deputados. (…) E o MEC tem uma lei para cumprir”, afirmou Mercadante. “Não há como solicitar ao MEC descumprir a lei, mesmo reconhecendo que há problemas fiscais.”

 

 

SENADOR NÃO CONFIRMA CANDIDATURA

 

douglas

Com o nome ventilado entre os possíveis postulantes a prefeito de Caruaru, o senador Douglas Cintra (foto), não confirma estar no páreo, mas informa que o PTB, “a princípio pretende lançar candidato próprio em Caruaru, que pode ser uma surpresa no nome, mas não no conceito”.

Douglas observa, por outro lado, que os petebistas também admitem uma composição. “Se você perguntar, a população quer renovação. Acho que José Queiroz tem feito um grande trabalho. Inclusive, fui secretário dele. Mas está na hora da renovação”, prega.

Com relação aos atributos de Raquel Lyra, pré-candidata à sucessão de Queiroz pelo PSB, ele resume: “Não tenho nada a dizer”. Mas completa: “O fato é que ela não representa renovação. o avô foi prefeito, o pai foi prefeito e, agora, a neta tem que ser a prefeita?”, indaga.(Folha Política)

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